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Mostrando postagens de junho, 2009

Bengala/Bastão/Tahtib/Raks al Assaya!!

Bengala / Bastão / Tahtib / Raks Al Assaya O Tahtib é uma dança beduína do Sul do Egito, originária dos nômades do deserto, que tangiam rebanhos com bengalas ou bastões. Inicialmente, a dança com este instrumento era exclusividade dos homens. É dançada com um cajado nas mãos, conhecido como shoumas, e este serve para fazer "acrobacias", que é o ponto forte da dança, representando uma espécie de luta, onde os homens atacam ou defendem-se de golpes imaginários. Com o tempo, as mulheres fizeram uma adaptação desta dança masculina (Tahtib) e então surgiu a, dança da bengala ou bastão (versão exclusivamente feminina desta dança). A Raks El Assaya foi introduzida nos grandes espetáculos de Dança do Ventre pelo coreógrafo Mahmoud Redá, Fifi Abdo teria sido a primeira grande dançarina a apresentar performances com a bengala. Porém ela se apresentava com roupas masculinas. O traje para esta dança deve ser folclórico. Os vestidos são os mais utilizados. Podem ser justos ou mais folgado

Ritmo de Dança do Ventre Baladi

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Este é um ritmo inserido no grupo dos derivados do Maqsum. Maqsum simples é a base de muitos ritmos e especialmente importante na música egípcia. Se você escuta música oriental com acompanhamento de percussão, certamente reconhece o tradicional DT-TD-D do Maqsum. Na dança do ventre o Baladi é uma versão folclórica do significado da terra, do campo e envolve no Egito um pouco de regionalismo Maqsum, caracterizado pelos familiares dois dums que lideram a frase. Este ritmo é muito típico e é encontrado com freqüência na música para dança do ventre . O Dum duplo tende a submergir quando há acompanhamento melódico por isso, às vezes, pode não ser ouvido de imediato, então utiliza-se como base, uma versão simples de Maqsum. Existem inúmeras variações do Baladi, e algumas possuem seu próprio nome, como por exemplo o Masmoudi Saghir (Masmoudi “pela metade”). Alguns músicos afirmam que o Baladi é, na verdade, uma versão folclórica do Maqsoum.Este é um ritmo inserido no grupo dos derivados do Ma

Passei de fase!!!!

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Agora passei para a fase avançada nas aulas de dança do ventre, estou muito feliz, pois isto demonstra que estou evoluindo cada vez mais!

Dança do Candelabro!!!!

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Este estilo de dança fazia parte das celebrações de casamento e nascimento. A bailarina conduzia o cortejo do casamento levando um candelabro, na cabeça. Desta maneira, o povo acreditava que ela podia iluminar o caminho dos noivos, e trazer felicidade para eles. O CANDELABRO O candelabro pode ser de 7, 9, 13 ou até mesmo de 17 velas, ou a critério de cada bailarina. As velas podem ser brancas ou velas coloridas. Normalmente as bailarinas dançam com véu por baixo do candelabro ou preso a roupa. A ROUPA É costume ser toda preta ou branca. Porém, nada impede que você dance com roupa de outras cores. O ideal é que a roupa seja com o ventre coberto. Hoje é comum que a bailarina apresente a dança do candelabro, no começo de seus shows.