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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Ballet na dança do ventre!!!

A inclusão do Ballet na Dança do Ventre!

Ao longo dos anos, a dança do ventre sofreu modificações diversas, inclusive com a inclusão dos movimentos do ballet clássico russo em 1930.
Hoje as alunas que querem se profisisonalizar, recorrem ao Ballet,para melhorarem sua meia ponta, impresindivel para deslocamentos, entradas, giros etc...uma meia ponta faz toda diferença, faz a bailarina melhorar sua presença de palco em 100% confere elegância, grandeza etc...
É muito válido, pratica-lo pois o Ballet confere agilidade, fortalecimento das pernas e alias do corpo todo!
Claro que a postura so Ballet é diferente, porém o encaixe do quadril, presente em todo os movimentos da dança, nos confere, reeducar nosso corpo a andar de forma correta, sem causar lesões , sendo assim a regra do encaixe é base dos movimentos não só Ballet, mas na dança do ventre entre outras! O que acho fascinante nas professoras de Ballet,ao menos a grande maioria, é o detalhismo em cada parte do nosso corpo, elas cobram muito, corrigem o tempo todo,o que as vezes não ocorre muito, as prof as vezes tem medo de serem chatas, com suas alunas, ou deixarem elas desanimadas ao corrigir demais, pelo menos foi essa sensação que tive, nas demais danças,eu pelo menos adoro ser corrigida, sua professora não tem que ser boazinha,(dizer que tá tudo lindo e maravilhoso sendo que está tudo uma merda!! Sua professora tem que ser sim, compreensiva(respeitar limites do seu corpo) ser exigente ter percepção ao corrigi-la,(ver modo como vai falar,ter percepção para corrigir no momento oportuno, de forma coerente cada aluna ) mas tem sim que concientiza-la de seus erros, para que você não memorize o errado e tenha vicios, lembre-se sua professora sistemática de ballet, ou seja que dança for, quer ver resultados, claro que existem profisionais que extrapolam, mas saiba que a exigência é necessária para seu desenvolvimento.A professora que exige de você, quer seu crescimento, exige porque sabe que você é capaz, assim como você ela entrou numa sala um dia sem nada saber!
Pense nisso, tudo e treino e dedicação!

Alguns beneficios do Ballet:

Desenvolve a sociabilidade e novas amizades.
Encoraja a disciplina física e o controle e conhecimento de seu corpo
Inspira um senso de confiança física e mental
Encoraja uma boa postura e habilidade corporal
Entende a relação entre música, rítmo e movimento controlado.
Promove o conhecimento de outras formar de arte, associadas ao ballet clássico
Ensina-lhes o gosto pelas artes cênicas.

Fonte de pesquisa:
windows live.


Muito bacana este texto!!!

PASSOS DA DANÇA DO VENTRE
- CAMELOS E SERPENTES -
Um bom exercício de dança do ventre!

As ondulações de ventre conhecidas como camelo e serpente, são a marca registrada da Dança do Ventre. Elas são a verdadeira causa do nome desta forma de dança, e emprestam o encanto que ela carrega.
Durante a realização dos camelos ou serpentes, o processo respiratório é mais intenso, pois é provocado pela movimentação diafragmática. Neste processo, a respiração tonifica os órgãos internos (útero, ovários), limpa os pulmões e os intestinos, movimentando o diafragma, tão esquecido por nossas vidas sedentárias.
As ondulações abdominais, geralmente conhecidas como “camelo” e “serpente”, favorecem a sensação de conforto, e trabalham a voluptuosidade, porque carregam consigo o significado do materno e do útero, de modo que também geram influência no campo da visão interior. O útero também representa a sabedoria feminina e esta visão interna depende da aceitação desta sabedoria. O controle dos músculos abdominais, exigido nos exercícios desta natureza, é desenvolvido na medida em que a mente entende o percurso que a forma realiza no abdômen, ou seja, para cima e para baixo, e desenvolve a consciência corporal da região. Tais movimentos intensificam o fluxo sanguíneo na região, afetando positivamente a estrutura interna dos órgãos abdominais.
As ondulações abdominais podem ser feitas de dentro para fora ou de fora para dentro. Eu chamo de camelo quando o movimento se inicia de dentro para fora, também conhecido como “ondulação contrária”, e de serpente quando o movimento vem de fora para dentro.
O aprendizado das ondulações abdominais da Dança do Ventre requer tempo, paciência e persistência.
A primeira coisa que você deve aprender é a respirar corretamente a respiração diafragmática. A priori, será um exercício mecânico, com o tempo, se tornará uma movimentação tão natural, que sua respiração fluirá sem empecilhos durante a realização dos camelos e serpentes.
Uma sugestão que menciono aqui, e que aplico em aula, é pedir que as alunas se posicionem no chão, deitadas ‘de costas’, sobre um colchonete ou superfície forrada, com os joelhos flexionados e próximos, e os pés separados, para haver um equilíbrio das pernas. As mãos devem estar levemente pousadas sobre o abdome para que possam sentir toda a atividade da região, e o corpo totalmente relaxado.
Observe primeiro sua respiração. Com calma, sem pressa. Apenas observe. Não faça nada.
Deixe o ar sair e entrar livremente pelas narinas. Só pelas narinas.
A boca, os lábios e a língua devem estar relaxados. Respire apenas pelas narinas.
Apenas acompanhe os movimentos naturais de seu ventre.
Imagine que você deseja limpar o seus pulmões.
Em algumas pessoas o processo de “encouraçamento” é tão forte que não sabem, não fazem e não conseguem realizar a respiração com o diafragma. Estas pessoas devem prestar muita atenção na execução do exercício. Devem primeiro compreender o processo e relaxar para que ele flua.
Segue então, uma dica de relaxamento como exercício:

1.Deite-se confortavelmente. Você não precisa forçar nada…
2.Permita que o ar flua livremente, e a cada expiração você se sente cada vez mais relaxada.
3.Agora, inspire profundamente o ar, imaginando que ele entra pela sua vulva e preenche o seu útero, expandindo todo o seu abdome.
4.Segure este ar por alguns segundos… 1,2,3…
5.Agora solte lentamente o ar, esvaziando o abdome e relaxando ao máximo sua musculatura.
6.Repita o processo.
7.Com calma. Sem forçar nada. Perceba que, quando seu abdome se eleva, o diafragma se expande, que por sua vez, estimula a base do pulmão para que ela fique mais oxigenada.
8.Perceba que neste processo, o abdome é o único que se movimenta, o tórax permanece quaaaase imóvel, pois sua ondulação é apenas uma consequência do movimento abdominal.
9.Acompanhe com sua atenção, todo o movimento de seu ventre, sua expansão e relaxamento, seu ritmo, sua história.
10.Acompanhe as sensações de descanso, paz e liberdade advindas deste processo curativo e perceptivo.
11.Deixe-se revitalizar por “Aquela que Restitui” as células, o ser físico e o eu.
12.Harmonize-se com isso conscientemente.

Depois que você experimentou a respiração diafragmática na posição deitada, você pode tentar, agora, controlar mais a sua musculatura, procurando desenhar uma onda com seu abdome. Utilize suas mãos sobre seu ventre para despertar sua consciência visceral.
Para auxiliá-la, faça uso de um espelho e o coloque ao seu lado, não para se criticar, mas para se observar! Para que você possa observar sua ondulação, pois muitas vezes se tem a sensação de que não se está fazendo nada. Isso é apenas uma sensação. Logo, utilize um espelho para que você se sinta mais encorajada. Se ele te atrapalhar, então dispense-o.
O sentido da onda que você desenhar fica a seu critério. Se de baixo para cima ou de cima para baixo. Tanto faz. Aproveite a ação da gravidade para ondular ainda mais. A posição deitada é ótima para o aprendizado das ondulações abdominais.
Tecnicamente, podemos combinar as ondulações com outros movimentos, com os braços ou ainda em deslocamentos, o que deixa as ondulações com um ar de deslizamento e fica visualmente curioso e muito bonito.

*** Luciaurea ***

(O presente artigo foi retirado do meu livro METAFORMA E MOVIMENTO – Geometria Corporal Expressiva na Dança Oriental. Um compêndio articulado, em cinco belos volumes, que reúne estudos da História da Dança do Ventre, Gestalt, Semiótica, Anatomia e Cinesiologia, Geometria Filosófica, Metafísica, Bioenergia, Psicologia Analítica, Psicologia Formativa, Linguagem do Corpo, Antiginástica, Neurolinguística e Reflexões. Um livro didático dedicado a aprendizes e professoras de Dança Oriental, Dança Conceitual, Estilo Tribal. Um livro recheado de estudos científicos que aborda dança, método, terapia e sagrado feminino. Em breve disponível).


Como é a dança do ventre.

Achei este texto bem interessante na net e trouxe para compartilhar com vocês, espero que gostem!!!!

A Dança do Ventre consiste em alguns movimentos de vibrações, impacto, ondulações e rotações que envolvem todo o corpo.
O shimmy (vibração) de quadris é o movimento mais conhecido, mas, na realidade, o fundamento da dança do ventre é o controle abdominal e o isolamento das partes do corpo. Uma vez que se atinge estes dois princípios básicos, os movimentos acima citados estendem-se às outras partes do corpo: quadris, torso, ombros, braços, cabeça e pescoço isolados ou em diversas combinações.
Uma dança do ventre tradicional inclui movimentos lateralizados e retos de pescoço, quadris e torso, ondulações de braços e mãos, tremidas suaves e rápidas de ombros, seios e quadris, movimentos circulares do torso com caídas e acentuações emendadas com ondulações de peito e abdômen. Movimentos vibratórios de extensão e contração dos músculos abdominais isolados ou combinados com os pélvicos. As figuras "círculo" (início da vida) e "oito" (infinidade da vida) são amplamente usadas em diversas dimensões, também isoladas ou em combinações.
Não raro a bailarina sustenta o shimmy de quadris e trabalha as outras partes do corpo em uma dinâmica diferente, ou apresenta uma vibração generalizada e bem controlada de todo o corpo enquanto cabeça, mãos e quadris acompanham a dramaticidade e acentuações da música.
Além de todos os movimentos básicos, a dança deve aflorar e ser acrescida de giros, cambrées, espirais, trabalho de chão. Apesar do nome dança do ventre, podemos chamá-la de Dança do Corpo, pois movimenta todo o corpo por dentro e por fora. As pernas e pés, são usados, entretanto apenas para a sustentação e o deslocamento da bailarina, sem ênfase em seus movimentos como se a bailarina fosse uma serpente.

Fonte de pesquisa:


domingo, 20 de fevereiro de 2011

O que é um harém?


Harém é, para a cultura árabe, a parte da casa proibida a homens de fora. Em outras culturas, porém, o termo significa o conjunto das mulheres de um matrimônio poligâmico. O harém tradicionalmente era cuidado por um eunuco do sexo masculino, ou seja, um homem castrado pela mulher mais velha do sultão justamente para não se envolver com as mulheres de seu patrão. Em contrapartida, alguns ou muitos eunucos desfrutavam de fama, dinheiro e poder. Os reis persas possuíam harém e eunucos já no século VII a.C. Ainda há haréns em países muçulmanos, bem como eunucos, mas ambos são relativamente raros. A poligamia, que geralmente é a condição necessária para ter-se um harém, requer posses, porque o marido tem de prover às necessidades de todas as esposas, filhos e agregados, bem como manter numerosa criadagem.


Fonte de pesquisa:
Wikipédia.





História das mil e uma noites!!!


Num distante País vivia um homem bonito e honrado, esse rei, de nome Shariar, já havia sido muito feliz, sem saber que sua esposa guardava um terrível segredo: apesar de fingir que o amava, ela na verdade estava apaixonada pelo servo mais indigno da corte. Um dia Shariar casualmente a surpreendeu num canto escuro do palácio nos braços do amante. Transtornado pela dor e pelo espanto, o soberano soltou um grito medonho e sacou da espada para cortar a cabeça da mulher infiel e do servo desleal. Pouco tempo mais tarde um cavalo parou na frente do palácio, e o irmão do rei, Shazaman, entrou para visita-lo. “Mas é inacreditável!” Shazaman exclamou. “ Pois pouco antes de partir a mesma coisa aconteceu comigo! Encontrei minha esposa beijando um de meus servos e, como você, também puxei a espada e cortei a cabeça dos pérfidos.” Dias depois Shazaman voltou para seu reino, e Shariar ficou postado junto à fonte, contemplando as águas límpidas com um olhar pensativo. Por fim fez um juramento terrível: “Amanhã à noite vou me casar de novo, mas não permitirei que minha mulher desfrute os privilégios de rainha. Pois, quando o dia clarear, mandarei executa-la. Na noite seguinte tomarei outra esposa e ao amanhecer ordenarei que a eliminem. E assim hei de fazer sucessivamente até que não sobre neste reino uma única representante do gênero feminino”. Dito e feito. Toda a noite ele escolhia uma nova esposa e toda manhã mandava a infeliz para a morte. Seus súditos viviam apavorados, temendo perder filhas, irmãs, netas. Muitos fugiram para outros reinos, e por fim restou nos domínios de Shariar uma só noiva disponível. Tratava-se de Sherazade, jovem de alta estirpe, filha do primeiro-ministro do soberano. O pobre homem se encheu de pavor e tristeza ao saber que ela estava condenada à morte. Sherazade, no entanto, não se desesperou. Era mais sábia e esperta que todas as suas predecessoras, e junto com a irmã caçula elaborou um plano meticuloso. Terminada a breve cerimônia nupcial, o rei conduziu a esposa a seus aposentos, mas, antes de trancar a porta, ouviu uma ruidosa choradeira. “Oh, Majestade, deve ser minha irmãzinha, Duniazade”, explicou a noiva. “Ela está chorando porque quer que eu lhe conte uma história, como faço todas as noites. Já que amanhã estarei morta, peço-lhe, por favor, que a deixe entrar para que eu a entretenha pela última vez!” Sem esperar resposta, a jovem abriu a porta, levou a irmã para dentro, instalou-a no tapete e começou: “Era uma vez um mágico muito malvado...”. Furioso, Shariar se esforçou ao máximo para impedir a narrativa; resmungou, bufou, tossiu, porém as duas irmãs o ignoraram. Vendo que de nada adiantava sua estratégia, ele ficou quieto e se pôs a ouvir o relato de Sherazade, meio distraído no início, profundamente interessado após alguns instantes. A pequena Duniazade adormeceu, embalada pela voz suave da rainha. O soberano permaneceu atento, visualizando mentalmente as cenas de aventura e romance descritas pela esposa. De repente, no momento mais empolgante, Sherazade silenciou. “Continue!”, Shariar ordenou. “Mas o dia está amanhecendo, Majestade! Já ouço o carrasco afiar a espada!” “Ele que espere”, declarou o rei. Shariar se deitou e logo dormiu profundamente. Despertou ao anoitecer e ordenou à esposa que concluísse o relato, mas não se deu por satisfeito. “Conte-me outra!”, exclamou. Sherazade sorriu e recomeçou: “Era uma vez...”. Novamente o sol adiou a execução. Quando Sherazade terminou, ela a mandou contar mais uma história. E assim a jovem rainha: conseguia postergar a própria morte. De dia o rei dormia tranqüilamente, à noite, acordava sempre ansioso para ouvir o final da narrativa interrompida e acompanhar as peripécias de mais um herói ou heroína. Já não conseguia conceber a vida sem os contos de Sherazade, sem as palavras que lhe jorravam da boca como a música mais encantadora do mundo. Dessa forma se passaram dias, semanas, meses, anos. E coisas estranhas aconteceram. Sherazade engordou e de repente recuperou seu corpo esguio. Por duas vezes ela desapareceu durante várias noites e retornou sem dar explicação, e o rei tampouco lhe perguntou nada. Certa manhã ela terminou uma história ao surgir do sol e falou: “Agora não tenho mais nada para lhe contar. Você percebeu que estamos casados há exatamente mil e uma noites?” Um ruído lhe chamou a atenção e, após uma breve pausa, ela prosseguiu; “Estão batendo na porta! Deve ser o carrasco. Finalmente você pode me mandar para a morte!”. Quem entrou nos aposentos reais foi, porém, Duniazade, que ao longo daqueles anos se transformara numa linda jovem. Trazia dois gêmeos nos braços, e um bebê a acompanhava, engatinhando. “Meu amado esposo, antes de ordenar minha execução, você precisa conhecer meus filhos”, disse Sherazade. “Aliás, nossos filhos. Pois desde que nos casamos eu lhe dei três varões, mas você estava tão encantado com as minhas histórias que nem percebeu nada...” Só então Shariar constatou que sua amargura desaparecera. Olhando para as crianças, sentiu o amor lhe inundar o coração como um raio de luz. Contemplando a esposa, descobriu que jamais poderia matá-la, pois não conseguiria viver sem ela. Assim, escreveu a seu irmão e lhe propondo que se casasse com Duniazade. O casamento se realizou numa dupla cerimônia, pois Shariar esposou Sherazade pela segunda vez, e os dois reis reinaram felizes até o fim de seus dias. .

Fonte de pesquisa:
http://pt.shvoong.com/books/1648867-mil-uma-noites-hist%C3%B3ria-da/






quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

SNUJS - Por que utilizá-los ? Quando utilizá-los ? E, por final, como utilizá-los ?

Por que utilizá-los ? Quando utilizá-los ? E, por final, como utilizá-los ?

Porque e quando utilizá-los.

Em primeiro lugar, devemos ressaltar a simplicidade desse instrumento. Os Snujs possuem a finalidade exclusiva de alegrar determinadas frases rítmicas, proporcionando, através de seus toques vibrantes, um som mais envolvente e empolgante à percussão. É muito importante deixar claro que o uso dos Snujs está diretamente ligado ao estado de espírito da pessoa, ou seja, se um determinado ritmo ou estribilho musical nos deixa felizes e alegres, se eleva nosso estado de espírito, é mais que correto usarmos os Snujs.

Seria o equivalente a bater palmas num determinado momento empolgante de uma música. A pessoa mostra que está feliz e que deseja, através do toque simples dos Snujs, contagiar todos que estiverem à sua volta dessa felicidade.

Desta lição básica podemos tirar muitas conclusões. Primeiro, não é em qualquer música que os Snujs podem ser utilizados (apenas música alegres, empolgantes), e, segundo, é muito raro a utilização dos Snujs em uma música desde o começo até o fim. Devemos nos preocupar em destacar os pontos mais empolgantes, os pontos de elevação de espírito. Isso vai muito da pessoa. Tocá-lo de forma direta, sem parar, prejudica a percussão tornando-a perturbadora. É por essa razão que não é aconselhável utilizá-los como percussão base.

Quando uma Bailarina usa os Snujs durante sua apresentação num determinado momento da música, significa duas coisas: 1 - A auto-afirmação de seu excelente estado de espírito naquele momento musical e 2- A intenção de transmitir esse sentimento a todos que estiverem à sua volta ( é o desejo de contagiar). É, portanto, a auto-afirmação e o convite à elevação de espírito.

Como utilizá-los.

Há quem realmente goste de desenvolver teorias pesadas sobre esse instrumento. Seria realmente correto colocarmos os Snujs no mesmo patamar que a Derbakke, a Doholla, a Mazhar, o Daff etc.. ? Bem, é evidente que não. Os Snujs acompanham a percussão de linha tornando-a mais alegre e envolvente, apenas isso.

Apesar de pertencerem ao rol dos principais instrumentos da percussão libanesa, devemos ter em mente que sua envergadura é menor. Eles não possuem aptidão para serem usados, por exemplo, como referência maior numa percussão base, como a Mazhar ou a Doholla. Sua função específica dentro de uma percussão não é essa, como já dissemos.

Certa vez, recebemos a mensagem de uma Bailarina preocupada em saber se o "DUM"nos Snujs é feito através do toque dos dois címbalos de ambas as mãos simultaneamente ou se pode ser feito apenas com uma mão. Bem, não existe uma teoria que estabeleça coerentemente qual desses dois modos de tocar é o mais correto.

Há quem afirme que batendo os dois juntos a acentuação dada melhora a interpretação rítmica. Outros, porém, pregam uma liberdade maior ao toque dos Snujs. Para estes, realizar o "DUM" batendo sempre os dois pares de címbalos simultaneamente torna seu som irritante, prejudicando a interpretação do ritmo.

Para tentarmos solucionar tal problemática, devemos buscar a resposta nos princípios básicos que regem toda percussão. O recurso de bater os Snujs simultaneamente, faz com que consigamos obter uma máxima acentuação sonora naquela específica nota (batida rítmica). O "DUM", por sua vez, é sempre a nota de maior vibração sonora e não de maior acentuação sonora. Vejamos abaixo:

1 - Vibração sonora de uma nota: É a durabilidade sonora da nota dentro de uma frase rítmica (batida).

2 - Acentuação sonora de uma nota: E a nota que possui toque mais forte, mais robusto, o que a torna mais nítida dentro da frase rítmica.

Ante ao raciocínio exposto, cabe fazermos uma pergunta: Seria conveniente imprimirmos sempre uma máxima acentuação sonora ao "DUM" nos Snujs ? Penso particularmente que a técnica dos toques simultâneos deve ser trabalhada com cuidado e nunca de maneira inadvertida. Saber trabalhar as nuances é bastante fundamental. Devemos ter sempre em mente que o toque dos Snujs seguem sempre três regrinhas simples e fundamentais: a naturalidade, a criatividade e a espontaneidade.

Naturalidade:
Evite exageros desnecessários.

Criatividade:
Seja criativo em seus toques, busque sempre o que há de melhor.

Espontaneidade:
Deixe fluir seus sentimentos, sua elevação de espírito. Toque-os somente quando seu coração mandar.

Vitor Abud Hiar

Fonte de pesquisa:
http://luelumansur.multiply.com/journal/item/62
 

Falando em snujs!!

Vamos falar um pouquinho de snujs, uma modalidade da dança que amoooo!!!

O uso dos Snujs na dança vem de tempos imemoriais.
Nos antigos Templos no Egito e nos Festivais aos Deuses os snujs, além de pandeiros e guisos já eram muito utilizados .
Os som dos Snujs servia para a invocação da Deusa Bastet, a deusa gata protetora das mulheres que cuidavam de crianças pequenas, e das dançarinas. Seu culto principal dava-se na cidade de Bubast,onde um grande templo, com imagens e múmias de gato em seu louvor.
Uma vez por ano, nos Festivais suas sacerdotisas entravam numa barca que descia o rio Nilo e tocavam seus snujs, cantavam, batiam palmas e queimavam incensos.
Nas margens, o povo ribeirinho era conclamado a assistir e participar no Festival da Deusa, carregando tochas, enquanto as sacerdotisas chamavam para testemunhar das dádivas da Deusa da Fecundidade, da Dança, da Reprodução, da Música, das Artes,...
Neste festival, na verdade, todas as Deusas protetoras das mulheres eram reverenciadas, sendo que Hator também era considerada divindade da música e da dança, tendo vários intrumentos musicais a representação desta deusa .
Os snujs são instrumentos musicais, requerendo portanto, estudo , disciplina, bom ouvido e musicalidade para incorporá-los à dança.