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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

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sábado, 24 de setembro de 2011

Sobre o último vídeo postado aqui da Damballah!


Oi,povo!!!

Olha sobre o vídeo que postei segue a explicação para vocês entenderem: Aproveitem!!!! É muito interessante!!!

Nesta celebração tivemos a grande honra de dançar para o Paje Yaiwya da Tribo Yawanawá ... que fica na nascente do Rio Gregório no ACRE. Um senhorzinho de 98 anos, com muita vitalidade e olhos de criança. Inesquecível.

No final fotos de Bety Damballah e Schirlei Freder.


Venha para o nosso Covil ...
Tribo Damballah ...
Ensino profissionalizantes em Dança Urbana Tribal e Dança do Ventre
Rua Saldanha Marinho, 76 - Sl 04 -
Centro Histórico de Curitiba.


damballah.ctba@yahoo.com.br

23SET11 - EQUINÓCIO PRIMAVERA - Damballah, Yawanawá e Zankara

Pirâmides do Egito!


Muitos são os mistérios sobre a construção das pirâmides do Egito, feitas em pedra, cuja arquitetura têm uma base quadrada e quatro lados triangulares voltados para um vértice.  

Segundo estudiosos, essas pirâmides foram construídas há cerca de 2500 anos a.C e serviam para guardar os corpos dos Faraós mumificados e também eram usados como templos religiosos. Um hábito que pode ser explicado pela religião politeísta do Egito Antigo. Os Faraós acreditavam em vários deuses e também na vida após a morte, dessa maneira uma pirâmide era construída para que os corpos mumificados dos Faraós lá fossem conservados juntamente com seus pertences para serem levados para sua vida após a morte, para eternidade.
Os Faraós governaram o Egito durante 30 séculos, eram o poder econômico, político e social do Egito. Quanto maior fosse uma pirâmide, maior o poder e importância de um Faraó.
Até os dias atuais foram encontradas cerca de 80 pirâmides no Egito, a maioria são ruínas, apenas a pirâmide de Gizé: Quéops, Quéfrens e Miquerinos sobreviveram ao tempo, sendo a única das Sete Maravilhas do Mundo Antigo que ainda existe.
Através das inscrições hieroglíficas encontradas dentro das pirâmides, os estudiosos tentam decifrar os mistérios das pirâmides do Egito.
Muitos mistérios despertam o interesse de estudiosos e curiosos, e muitas também são, as controvérsias a respeito de teorias de como as pirâmides, construções tão complexas e grandiosas, foram erguidas por uma sociedade que não conhecia sequer a roda ou instrumentos de ferro. Qual seria a finalidade correta dessas construções? Qual segredo os Faraós guardavam dentro das pirâmides do Egito? Seriam os deuses astronautas?

Quem construiu as pirâmides do Egito?

Segundo os arqueólogos Mark Lehner e Zahi Hawass, as pirâmides não foram construídas por ETs, nem muito menos por milhares de escravos como acreditava o historiador grego do século 4 a.C. As pesquisas de Mark e Zahi, dizem que a maior pirâmide construída no Egito, Kufhu, utilizou cerca de 25 mil trabalhadores. Sendo que, 20 mil eram temporários e os outros, fixos e assalariados. De acordo com suas habilidades esses trabalhadores eram agrupados e executavam suas tarefas em turmas de 200 pessoas que se revezavam em turnos, pois a construção não parava, funcionava 24 horas por dia e levou 20 anos para ficar pronta. Segundo Mark e Zahi, os trabalhadores recebiam como pagamento diário, 10 pães e um copo de cerveja e mesmo assim esses trabalhadores se sentiam gratificados por está construíndo a história do Egito. Normalmente esses trabalhadores permaneciam no trabalho por uma temporada de 4 anos e quando voltavam para a casa na zona rural, sentiam-se orgulhosos com o que tinham aprendido.
Francês diz ter esclarecido a construção de pirâmides
Em 2007 o arquiteto Francês Jean Pierre Houdin apresentou uma teoria de como as pirâmides foram erguidas. Segundo a teoria de Houdin, a pirâmide de Gizé foi construída de dentro para fora a partir de uma rampa interna que formava um túnel em espiral. Houdin utilizou uma apresentação em 3D para provar sua teoria. Observe as imagens abaixo.
Através de um software, o arquiteto Jean Pierre Houdin mostra como os blocos de cálcario e granito foram sobrepostos. Explicando a razão porque a 'Câmara do Rei' tinha cinco tetos em vez de um.
Segundo Pierre Houdin, uma das evidências que confirmariam a ideia da rampa, foi um teste de microgravidade feito por franceses em 1986, que demonstra uma estrutura menos densa em forma de espiral dentro da pirâmide.
São muitos estudos e suposições, mas nenhuma certeza a respeito de porque e por quem foram construídas as pirâmides do Egito. Quem sabe um dia a ciência surpreenda criando a tão sonhada 'máquina do tempo'. Só assim seria possível descobrir realmente quais os propósitos e circunstâncias da construção das pirâmides.

Fonte de pesquisa: Leões e Cordeiros.com




Os Contos e Lendas Árabes!

As histórias de Fadas sempre foram contadas pelas mães os seus filhos e depois os seus netos. Ninguém sabe quão velhas elas são ou quem as contou primeiro. Os netos de Noé podem tê-las ouvido na Arca, durante o Dilúvio. Heitor pode tê-las ouvido na Cidade de Tróia e é quase certo que Homero as conheceu. Algumas delas podem ter surgido no Egito, no tempo de Moisés. Pessoas em países diferentes contam-nas de forma diferente, mas são sempre as mesmas histórias. As mudanças só são percebidas em matéria de usos e costumes, como o tipo de roupa usada, títulos e locais.
Há sempre muitos reis e rainhas nos contos de fadas, simplesmente porque, no passado, havia bastante reis e países. Um cavaleiro, porém, poderia ser um escudeiro ou um rei, dependendo de onde a história era contada. Essas histórias antigas, nunca esquecidas e sempre recontadas, foram escritas em tempos diferentes e em lugares diferentes e em todos os tipos de línguas, formando o conteúdo do Grande Livro dos Contos de Fadas.
As Lendas Árabes, em sua maioria, são contos de fadas do Oriente, compreendendo Ásia, Arábia e Pérsia, escritas no seu próprio modo de narrar, não para crianças, mas para adultos. Não havia romances então, nem qualquer livro impresso, mas havia pessoas cuja profissão era divertir os homens e mulheres contando contos. Eles recontavam essas histórias, destacando personagens pelos seus valores muçulmanos. Os acontecimentos ocorriam frequentemente no reino do grande Califa Haroun AL Raschid, que viveu em Bagdá do ano de 786 ao de 808. O vizir que acompanhava o Califa também era uma pessoa real da grande família dos Barmecidas. Ele foi condenado à morte pelo Califa de um modo muito cruel e ninguém nunca soube o motivo.
As histórias devem ter sido contadas por um longo tempo, depois que o Califa morreu, quando ninguém mais sabia o que realmente tinha acontecido exatamente. Contadores de histórias, finalmente, escreveram os contos, fixando-os em sua forma definitiva, isto é, narrados a um cruel Sultão pela sua esposa.
Pessoas na França e Inglaterra não souberam quase nada sobre As Noites Árabes nos reinados da Rainha Anne e do Rei George I, até que fossem traduzidos em francês por Monsieur Galland. Adultos eram então muito apaixonados por contos de fadas, que julgavam essas histórias árabes as melhores que tinham lido. Eles se deliciavam com os Ghouls, que viviam entre as tumbas, com Gênios, com Princesas que faziam feitiços mágicos e com Peris, as fadas árabes. Simbad viveu aventuras que talvez tenham sido inspiradas pela Odisséia, de Homero, da mesma forma que histórias narradas na Bíblia podem ter sido contadas e recontadas, assumindo a forma de um conto de fada, depois de muito tempo. Há estreitas ligações, por exemplo, entre a história narrada no livro de Ester e a história de Sherazade, em Mil e Uma Noites.
Nada impediu, também, que ao longo do tempo essas histórias destinadas aos adultos sofressem mudanças e acabassem se tornando histórias para crianças. Após o surgimento do livro impresso e da proliferação de uma nova literatura, retratando valores locais e resgatando aspectos do passado dos povos, o interesse gradativamente se voltou para esses novos títulos. As Lendas Árabes, no entanto, jamais perderam seu encanto e até hoje fascinam, pela criatividade e pela imaginação, leitores de todas as partes do mundo.

Fonte:

BAÇAN, L. P.
Lendas Árabes – E-book Virtual
Pérola, PR: Ed. do Autor, 2007.





Mitologia Egípcia!



Os egípcios eram politeístas. Adoravam vários deuses, em cerimônias patrocinadas pelo estado ou pelo povo. Geralmente os deuses possuíam formas de animais (zoomorfismo) ou uma mistura de homem e animal (antropozoomorfismo).
Os nomes no período Pré-DinÁstico possuíam deuses pessoas representados por animais da região, como falcões, hipopótamos, crocodilos, leões, chacais e etc.
Com a unificação do país, os deuses locais passaram a conviver com novos deuses cultuados em toda a extensão do reino.
 O deus mais importante era Rá, considerado como o criador do Universo. Quando a capital do império passou a ser Tebas, Amon, o deus protetor dos tebanos e Rá passaram a ser um só deus, chamado Amon-Rá. Logo depois vem os mais populares: Osíris, Ísis, Hórus, Ptah, Hator, Anúbis e Toth.
Antiga religião egípcia (ou mitologia egípcia) é o nome dado a religião praticada no antigo Egito desde o período pré-dinástico, a cerca de 3.000 anos a.C. até o surgimento do cristianismo. Inicialmente era uma religião politeísta por crer em várias divindades, como forças da natureza. Ao passar de séculos, a crença passou a ser mais diversificada, sendo considerada henoteísta, porque acreditava em uma divindade criadora do universo, tendo outras forças independentes, mas não iguais a este.
Também pode ser considerada monoteísta, pois tinha a crença em um único deus, as outras divindades eram neteru (plural de neter), o que podem ser chamados de "anjos de deus", o que seriam vários aspectos de um mesmo deus. A religião era praticada em templos e santuários domésticos. A religião ainda é praticada atualmente, porém com minorias.
O kemetismo é uma reconstrução neopagã da religião ainda praticada atualmente.

Cosmologia e criação:

No princípio emergiu das águas uma ilha, e nela havia um ovo, do qual saiu Rá, iluminando todas as coisas. Todos os outros deuses seriam filhos de Rá (Nut, Chu e Geb).
A deusa Nut se casou com Geb em segredo. Depois de algum tempo, Rá descobriu o que tinha acontecido, e ficou furioso com Nut. Como castigo tornou Nut estéril. Com isso Nut usou sua criatividade desafiando Thot, em um jogo de dados. Com sua vitória, consegui que Thot acrescentasse cinco novos dias ao calendário de 360 dias. Com os novos dias, que não eram vigiados por Rá, teve seus filhos: Osíris, Ísis, Set e Néftis.
O princípio do universo é a formação única de Deus, que não se fez do nada, e sim, autocriou seus aspectos. Os aspectos de Deus, como dito anteriormente, chamam-se neteru (no singular: neter no masculino e netert no feminino). Tudo vem a início de um líquido infinito cósmico chamado Nun (Nu ou Ny), este é o ser subjetivo. Quando esse líquido se autocria e torna-se real, é Atum, o ser objetivo.
Essa passagem é semelhante a passagem de inconsciente para consciente do ser humano. Atum criou uma massa única universal, que deu origem há uma explosão (Big Bang), porém pré-planejada. Mas o universo era formado apenas por nêutrons, sem elétrons ou prótons.
Os próximos neteru a serem gerados eram Geb e Nut, que criaram os dois ambientes da Terra: o céu e a terra (plana). Estes também deram origem aos quatro neteru da vida: Osíris, Ísis, Seth e Néftis. Osíris criou a vida no além e todo o processo de jornada até o céu. Ísis é responsável por todos os seres vivos. Seth representa os opostos, mas também coisas más, como ódio e caos. Néftis representa o deserto, a orientação, e o ato de morte.
A história desses quatro neteru é a origem do próximo a ser gerado. Lembrando que as próximas histórias são semelhantes aos humanos porque esses neteru eram de espécies bem próximas aos humanos. Existem milhares de versões, no geral a história é a seguinte: Osíris era o neter que criou o ciclo de vida e morte, por isso governava a terra. Seth, movido a inveja, resolveu armar uma forma de matá-lo. Então, de forma incerta, provavelmente mostrando outra intenção, o trancafiou em um caixão e jogou no Nilo para se perder e ninguém nunca achar. Néftis percebeu isso e avisou Ísis, quando começaram a procurar e encontraram um caixão, e recuperaram Osíris. Seth como era uma forma do mal, esquartejou a forma material de Osíris em 40 pedaços e espalhou-os por todo o deserto e no Nilo. Ísis, depois de muito tempo, conseguiu encontrar todos eles, exceto o pênis, que foi devorado por três peixes.
Então, Osíris uniu-se a Ísis e gerou um filho, a primeira ideia de "imaculada concepção", ela ficou conhecida com "Virgem Ísis". O filho era Hórus, o herdeiro que então lutou contra Seth, perdendo um olho na batalha, mas consegui vencê-lo. Esse olho ficou conhecido como "Olho de Hórus", que foi reconhecido como símbolo de proteção pelos egípcios.Hórus também era conhecido como o "salvador da humanidade". Depois disso, Seth se tornou um neter menor. Também há histórias dizendo que Hórus encarnou na terra e mostrou ensinamentos à humanidade. Ele seria guiado pela estrela Sirius e presenteado em seu nascimento por três reis, que seriam representados pelas Três Marias. Também fez milagres na terra, como andar sobre as águas do Nilo. Em outra versão, teria ressuscitado um homem chamado El-Azar-Us. Foi morto pelo faraó (por inveja deste) e também teria ressuscitado alguns dias depois. Fora da terra, teria se casado com Hathor.

O culto dos animais:

O culto aos animais existiu no Egito desde épocas remotas, mas vulgarizou-se na época do Império Novo. Determinados animais, como o boi ou o gato, eram considerados manifestações da divindade.
O culto era orientado não a todos os animais da mesma espécie, mas a um, identificado como divino pelo fato de possuir uma marca distintiva.
Eram colocados em jaulas junto aos templos, sendo alvo de um culto entre o povo e de atenções especiais na sua alimentação e conforto. Quando morriam estes animais eram mumificados e enterrados em necrópoles próprias.

O julgamento dos mortos:

Pesagem das almas no Livro dos Mortos. O coração é pesado contra a pluma da verdade, enquanto o monstro Ammut espera para devorar o coração se necessário.
Pormenor de uma pesagem das almas o morto chegaria a uma grande sala de justiça, onde para além de Deus Osíris, estavam quarenta e dois juízes com cabeça de animal e um faca na mão. O morto fazia então a chamada "confissão negativa" através da qual proclamava não ter roubado, matado, cometido adultério, etc. O seu coração era colocado sobre uma balança e pesado contra uma pena, o símbolo de Maet. Se tivesse o mesmo peso era considerado inocente; em caso contrário seria lançado a Ammut, um monstro que era parte leão, parte hipopótamo e parte crocodilo, que devorava o coração. A alma justa entrava num local idílico; para os habitantes do Delta esse local eram os Campos Elíseos (Sekhet-hetepet), onde a Primavera era eterna. Os mortos teriam um vida agradável, desempenhando a mesma função que tinham na terra.
O culto dos mortos
Nos primeiros tempos da história egípcia a possibilidade de uma vida depois da morte estava reservada ao faraó, tendo a partir da V dinastia se verificado uma democratização desta concepção, que passou a abranger toda a população.
Contudo, para permitir o acesso e a continuação nessa vida, era necessário que o corpo estivesse preservado, o que explica o recuso à mumificação.

A mumificação:

Nos primeiros tempos os Egípcios praticaram uma mumificação "natural": os cadáveres era envoltos em peles de animais e enterrados no deserto, onde a secura os conservava.
Progressivamente desenvolveram uma mumificação artificial que atingiu a perfeição no Império Novo.
Os trabalhos de embalsamento eram realizados na margem ocidental do Nilo, longe das habitações, em tendas e depois em salas conhecidas como "Belas Casas" ou "Casas da Purificação".
Os trabalhos eram vigiados por sacerdotes que usavam máscaras que reproduziam a cabeça de Anúbis, deus dos mortos.
Depois de velado pelo falecido, a família encontrava-se com os embalsamadores que mostravam os vários tipos de mumificação. Uma vez escolhido o modelo, conforme as possibilidades económicas da família, os profissionais começavam o trabalho.
Conhece-se hoje o processo de embalsamento graças ao relato de Heródoto, já que os Egípcios não deixaram qualquer tipo de descrição sobre esta técnica. No essencial a ciência moderna confirmou o relato.
Segundo o historiador grego a técnica mais nobre, que pretendia reproduzir o embalsamento que tinha sido feito sobre Osíris, começava com a extração do cérebro pelas narinas, com a ajuda de um gancho de ferro. Com uma faca de pedra da Etiópia fazia-se um corte na ilharga, por onde se retiravam os intestinos. A cavidade abdominal era limpa e lavada com vinho de palma e com substâncias aromáticas.
O ventre era cheio com uma mistura de mirra e canela, sendo cozido. O cadáver era depois mergulhado num banho de natrão (silicato de soda e alumínio), onde permanecia durante setenta dias; a partir do Império Médio sabe-se que os profissionais recorreram ao pó de natrão, que se achava num vale desértico. Terminado este período, o corpo era lavado e envolto em faixas de pano revestidas com resinas. Começava-se pelos dedos das mãos e dos pés, seguindo-se o envolvimento das extremidades, do tronco e da cabeça. Fazia depois um envolvimento geral de cima para baixo e outro de baixo para cima. Durante todo este processo eram recitadas fórmulas mágicas e colocados amuletos entre as faixas, como o Olho de Hórus e o "nó de Ísis". O corpo era então entregue aos familiares, que o colocavam num caixão que com a forma do corpo humano.
Outra técnica de embalsamento não retirava os órgãos internos, limitando-se a injectar pela boca óleo de cedro, tapando-se a boca. O corpo era depois colocado no banho de natrão, onde permanecia também setenta dias. Terminado este período, retirava-se do banho e deixava-se sair o óleo, dissolvendo as vísceras. A terceira técnica injetava um purgante que limpava os intestinos e colocava o corpo no banho de natrão. Os mais pobres limitavam-se a enterrar os seus embrulhando os corpos nas peles dos animais e enterrando-os nas areias.
Os órgãos que tinha sido retirados do corpo (intestino, fígado, estômago e pulmões) eram mumificados à parte e colocados cada um em vasos especiais, denominados hoje em dia como canopos.

A MORTE:

Os egípcios acreditavam que o ser humano era formado por Ka (o corpo) e por Rá (a alma). Para eles, no momento da morte, a alma (Rá) deixava o corpo (Ká), mas ela podia continuar a viver no reino de Osíris ou de Amon-Rá. Isso seria possível somente se fosse conservado o corpo que devia sustentá-la. Daí vinha a importância de embalsamar ou mumificar o corpo para impedir que o mesmo se descompusesse. Para assegurar a sobrevivência da alma, caso a múmia fosse destruída, colocava-se no túmulo estatuetas do morto.
O processo de mumificação acontecia da seguinte maneira: o sacerdote abria o corpo do morto ao meio tirando seus órgãos moles (os órgãos que apodrecem rápido). Depois cortava o nariz de forma que pudesse retirar o cérebro com um gancho especializado. O sacerdote colocava dentro do corpo do morto alguns medicamentos. Após todo o ritual, o sacerdote amarrava uma espécie de pano que ajudava a conservar o corpo.
Anúbis era o deus egípcio associado a mumificação e rituais fúnebres; aqui, ele atende a uma múmia. Dentro das pirâmides ficavam os bens do morto. Os egípcios colocavam nas pirâmides tudo que eles achavam que poderiam reutilizar na outra vida (móveis, jóias, etc). O túmulo era como uma habitação de um vivo, com móveis e provisões de alimentos. As pinturas das paredes representavam cenas do morto à mesma, na caça e na pesca. Eles acreditavam nos poderes mágicos dessas pinturas, pois achavam que a alma do morto se sentia feliz e serena ao contemplá-las. A alma do morto comparecia ao Tribunal de Osíris, onde era julgada por suas obras, para ver se podia ser admitida no reino de Osíris.
Os antigos egípcios também acreditavam que os túmulos eram moradias de eternidade. Para melhor proteger os corpos, as múmias eram colocadas em sarcófagos bem fechados. Os faraós, os nobres, os ricos e alguns sacerdotes construíam grandes túmulos de pedras para garantir a proteção dos corpos contra ladrões e profanadores, aqueles que invadem lugares sagrados ou câmaras funerárias. Eram feitos para garantir a longa espera no tempo até que a alma voltasse para a vida. Assim foram construídas mastabas, pirâmides e hipogeus ricamente adorados.

Fonte de pesquisa: Disponível em Wikipédia.

BIBLIOGRAFIA:





Atlas Geográfico Mundial - Folha de São Paulo, 1994 – São Paulo.
O Egito – Mitos e Lendas, Alain Quesnel, Jean-Marie Ruffieux , Jean-Jacques e Yves Chagnaud. Editora Ática, 1994 – São Paulo.
Egypt – Simonetta Crescimbene e Patrizia Balocco. Tiger Books International PLC, 1994 – England.
Egito – O Incrível Mundo da National Geographic Society. O Estado de São Paulo.
Almanaque Abril – A Enciclopédia em Multimídia. Abril Multimídia, 1995 – SP.
Mistérios do Desconhecido – Lugares Místicos. Abril Livros LTDA / TimeLife, 1991 – Rio de Janeiro.
História em Revista – A Era dos Reis Divinos – (3.000 - 1.500 a.C.). Abril Livros LTDA, 1991 – RJ.
Knopf Guides – Egypt. Copyright® 1995 Alfred A. Knopf, Inc., New York
Egito Mania/ O fascinante mundo do Antigo Egito
CASTEL, Elisa - Gran Diccionario de Mitología Egipcia. Madrid: Aldebarán, 2001. ISBN 8495414147
Dicionário do Antigo Egipto. Direcção de Luís Manuel de Araújo. Lisboa: Editoral Caminho, 2001. ISBN 9722114476.


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Um pouco da cidade do Cairo, inspiração para o espetáculo "Uma noite no Cairo"!


Vamos falar um pouco sobre a cidade do Cairo, que serviu de inspiração para o espetáculo “Uma noite no Cairo” que acontecerá no SESC-Teresópolis no dia 20 de novembro de 2011.
O Egito é um lugar mágico que tem tudo haver com dança do ventre, afinal foi onde tudo começou o que afirmam diversas teorias que relatam o nascimento da dança.
No texto a seguir tem diversas informações interessantes para você que quer conhecer um pouquinho sobre a cidade do Cairo.
Aproveitem e obrigada pela visita!!!!!

Diani Bianchi.

Cairo (em árabe: القاهرة, transl. Al-Qāhira, "a Forte", "a Vitoriosa") é a capital do Egito e da província (muhafazah) homônima (Cairo). É a maior cidade do mundo árabe e da África, e os egípcios a denominam muitas vezes simplesmente com o nome do país no idioma local, مصر, pronunciado Misr no árabe clássico e Masr no árabe egípcio.
A cidade conta com cerca de 7.947.121 habitantes e sua região metropolitana incluiu uma população de uns 17.285.000 habitantes, fazendo do Cairo a décima - quinta metrópole mais povoada do mundo. É, também, a área metropolitana mais povoada de todo o continente africano. É conhecida pelos egípcios como a "mãe de todas as cidades" e a "cidade dos mil minaretes".
História do Cairo
A cidade foi fundada em 969 como recinto real dos califas fatímidas, porém a capital administrativa e econômica estava em Fustat. Depois da destruição de Fustat em 1168/1169 para evitar sua captura pelos cruzados, a capital administrativa do Egito foi transferida para Cairo, onde tem permanecido desde então. Demorou quatro anos na sua construção dirigida pelo general Jawhar Al Sikilli (o siciliano) e transferido do califa fatímidas Al-Muizz, que deixou sua antiga Mahdia, na Tunísia e se estabeleceu na nova capital fatímidas.
Depois Mênfis, Heliópolis, Giza e a fortaleza bizantina da Babilônia, Fustat era uma nova cidade construída como guarnição militar para as tropas árabes, pois era o lugar do centro mais perto da Arábia acessível pelo Nilo. Fustat foi um centro regional do mundo islâmico durante o período Omeya e onde o líder Omeya Marwan II realizou a última oposição contra os Abássidas. Mais tarde, durante a era fatímidas, Al-Qahira (Cairo) foi fundada oficialmente em 969 como capital imperial justo no norte de Fustat. Com o transcorrer dos séculos, Cairo cresceu até absorver outras cidades da zona como Fustat, mas no ano de 969 está considerado o «ano da fundação» da cidade moderna.
Em 1250 os soldados escravos ou mamelucos sitiaram o Egito e governaram Cairo até 1517, quando foram derrotados pelo Império Otomano. O exército francês de Napoleão ocupou brevemente o Egito de 1798 a 1801, depois o qual um oficial Otomano chamado Mehmet Ali fez de Cairo a capital de um império independente que existiu entre 1805 e 1882. A cidade caiu então sobe controle britânico até que o Egito conseguiu sua independência em 1922.
Clima no Cairo
O clima do Cairo é desértico com verões muito quentes e invernos amenos. A época mais suave estende-se entre os meses de novembro até março, quando as temperaturas máximas oscilam entre os 23-24 °C durante o dia. É importante especificar a parte do dia, porque no Egito, as temperaturas diurnas e noturnas apresentam grandes contrastes. Durante a época mais fresca, as temperaturas noturnas baixam frequentemente até os 10-11 °C. Desde abril até agosto, o Cairo regista temperaturas muito altas, subindo a valores de temperatura máxima de 36-37 °C, que caem durante a noite até 22-23 °C.
A cidade é, geralmente, muito seca e as chuvas são escassas. Nos meses de inverno podem ocorrer precipitações ocasionais. Mais comuns são as denominadas jamsin, tempestades de areia, que são habituais nos meses mais quentes.
Religião
No Cairo, a religião predominante é a fé Islâmica e a Charia é o principal código de leis. Além da maioria Sunita, também vive na cidade uma minoria Cristã (os Coptas). Deliberadamente não se faz um recenseamento oficial dos Cristãos, embora seja obrigatório declarar a religião no passaporte. Estima-se que cerca de 90 por cento da população muçulmana seja de Sunitas. Quase todo o resto da população é de Cristãos Coptas (Ortodoxos e Católicos), cuja sede é a Catedral de São Marcos (supostamente o evangelizador do Cairo), no Distrito Abbassia e hoje a segunda maior igreja na África. Além disso, a cidade tem ainda uma pequena comunidade de judeus e um pequeno grupo de Cristãos Ortodoxos Gregos. Estas comunidades religiosas vivem lado-a-lado de forma relativamente pacífica.
Turismo e Cultura
Cairo conta com numerosas universidades, teatros, monumentos e museus. O Museu Egípcio é o mais importante deles, situado na Praça Tahrir, que abriga a melhor coleção de objetos do Antigo Egito do mundo. Atualmente está planejando sua mudança para um edifício maior, erguido na zona de Giza.
O epicentro da vida cultural cairota encontra-se no Centro Cultural Nacional, um complexo de edifícios culturais dedicados ao teatro, dança ópera e música, situados na ilha de Gezira. Neste centro destaca A Ópera de Cairo, inaugurada em 10 de outubro de 1988 pelo presidente Hosni Mubarak e que abrigou um concerto da Orquestra Filarmônica Real Britânica em janeiro de 2007, sua primeira atuação no Oriente Médio e na África. A música clássica habitualmente é predominante na Ópera da cidade, aonde também é fácil desfrutar de música clássica árabe, onde está goza de maior difusão é no Instituto de Música Árabe, localizado na Ramsis Street. Uma cita obrigada para a música na cidade é o Festival de Música Árabe, que se celebra a princípios do mês de novembro na Ópera do Cairo. No dizer em que o complexo cultural se dá outros seis teatros e auditórios. A atual Ópera substituiu a Ópera Khedivial, ou também conhecida como a Ópera Real, edifício que se levantou em 1869 e que se manteve ativo até 1971.
Casa de Ópera do Cairo.
Os espetáculos de dança folclórica habitualmente representam-se na Ópera mediante a Companhia de Ballet de Cairo, e sobre tudo nos hotéis mais importantes da cidade. Também é um acontecimento notável na agenda da dança cairota a citar anual com o Teatro Bolshoi. 13 A dança do ventre ou a dança sufi, mais conhecida no mundo ocidental como a dança dos dervixes giratórios, são dois dos bailes mais populares na cidade.
Um dos acontecimentos culturais mais importantes da cidade é o Festival Internacional de Cairo, que reúne vários filmes de vários países durante o mês de dezembro, convertendo-se em um dos festivais cinematográficos mais importantes do mundo. Cairo, anteriormente conhecido como a "Hollywood do Oriente”, 14 perdeu o status de capital cinematográfica do Oriente em favor da Bollywood hindú. A censura segue sendo, ainda hoje em dia, habitual no festival embora tenha recebido, desde sua criação em 1976, as superestrelas como John Malkovich, Nicolas Cage, Morgan Freeman, Bud Spencer, Gina Lollobrigida, Ornella Muti, Sophia Loren, Elizabeth Taylor, Oliver Stone o Catherine Deneuve.
Os cinemas cairotas abrigam, em sua grande maioria, superproduções de Hollywood com subtítulos em árabe. As produções locais desfrutam também de êxito na população do Cairo. Estes filmes frequentemente são rodados nos grandes estúdios situados em Misr ou Al-Ahram, ambos muito próximos das Pirâmides de Gizé. O cinema independente nacional é ainda pouco popular entre os cairotas, e é que somente os cinemas Good News Grand Hyatt e Ramsés Hilton projetam este tipo de cinema.
Na parte literária, destaca sobretudo Naguib Mahfouz, Prêmio Nobel de Literatura em 1988, cuja "Trilogia de Cairo" é a obra que o marcou. O escritor logro um grande êxito entre a crítica local atrás das primeiras edições em 1956 e 1957, mas ainda quando foram traduzidas para o inglês em 1990. No entanto, a pesar do êxito e fama literária que outorgou para a cidade, o célebre escritor que foi apunhalado em 1994 por fundamentalistas. 14 E foi objeto de ira e das pressões dos integristas que o acusaram de blasfemar contra o mundo muçulmano. Faleceu em 2006 como consequência de uma úlcera hemorrágica.
Outra figura fundamental da literatura cairota é Nawal el-Saadawi, quem fundou a Associação de Solidariedade de Mulheres Árabes e escreveu extensamente sobre a sociedade árabe. Ao igual que sua colega Mahfuz, o-Saadawi foi duramente criticada e perseguida pelos extremistas islâmicos, forçando seu exílio para Estados Unidos, onde tem lesionado em classes em diversas universidades. Chegou a ser encarcerada durante o regime de Sadat.
Algumas das festas e acontecimentos mais importantes dentro do panorama cultural cairota são: a Feira do Livro, durante o mês de Janeiro, a Feira de Exposições do Cairo; o Festival Internacional da Canção do Cairo em agosto e o Festival de Teatro Experimental em setembro.
Em 1979, o Centro Histórico do Cairo foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, com o nome de Cairo Islâmico. No local também se encontra o barro cristão, ou Bairro Copto.
Jan El-Jalili
É uma área comercial antiga, um imenso mercado de estreitas ruelas com milhares de pequenas tendas com as mercadorias: sapatos, tecidos, pipas de cristal, especiarias, jóias, com suas ruas repletas de gente, mesas nas portas dos cafés, onde alguns comércios contêm também seus próprios pequenos Workshops de manufaturas.
Junto com o mercado de Al-Muski, situado ao oeste, forma a área de compras mais importantes da cidade. O mercado era também um centro de reunião para grupos rebeldes, até que o Sultão Ghawri o reconstruiu e modernizou no século XVI.
Monumentos faraônicos
Mênfis, é a mais antiga capital do Egito datando de 3200 a. C.. Situa-se a 25 km a sudoeste do Cairo e as suas maravilhas arquitetônicas e culturais são encabeçadas pelo Colosso de Ramsés II com 13 metros de comprimento e um peso de 120 toneladas, assim como a esfinge em alabastro datada da 19ª Dinastia.
Sakkara, a mais antiga necrópole do Egito faraônico, situa-se numa plataforma do deserto a sudoeste de Gizé.
A Pirâmide Escalonada, pertence ao faraó Zoser, da 3ª Dinastia, está dividida em seis grandes níveis de 60 m de altura.
A Pirâmide de Unas, pertencente ao último Faraó da 5ª Dinastia, deve a sua importância aos hieróglifos que cobrem as paredes da câmara funerária.
O Serapeum, uma construção muito semelhante a catacumbas, contém os túmulos do deus em forma de boi Apis e remonta à 18ª Dinastia. A descoberta do lugar foi feita em 1851 pelo arqueólogo francês Mariette.
As Mastabas, túmulos de nobres das 5ª e 6ª Dinastias, as suas paredes são testemunhos fiéis que revelam através dos hieróglifos as atividades da vida quotidiana, assim como cenas religiosas e de oferendas aos deuses, sendo as mais interessantes os túmulos de Ptah-hotep e Kagemni e o de Mira Ruca.
As Pirâmides de Gizé, pertencentes aos faraós Kufhu (considerada uma das sete maravilhas do Mundo), Kefren e Mikerinos, nas proximidades do Cairo, elevando-se majestosas e desafiando o passar dos séculos, datam do Império Antigo, concretamente da 4ª Dinastia.
A esfinge de Gizé localiza-se junto do templo do Vale; possui cabeça humana (do Rei Kefren) e corpo de leão. Tem 70 metros de comprimento e 20 metros de altura. No interior deste monumento parecem estar guardados mistérios e segredos não revelados até aos nossos dias.
Monumentos cristãos e coptas
A Igreja Suspensa, construída sobre as ruínas de uma fortaleza da Babilónia romana.
A Igreja de São Sérgio, a sua origem remonta ao século IV. Com a estrutura de uma basílica, foi erigida sobre a cripta onde se acredita ter se refugiado a Sagrada Família quando da fuga para o Egito.
O Museu Copta contém a mais importante coleção de arte copta do mundo.
A Árvore da Virgem em el Matariya, à sombra da qual teria descansado a Sagrada Família.
A Igreja da Virgem Maria, em Zeitum.
Monumentos islâmicos
A Mesquita de Amr Ibn Aas, a mais antiga no Egito, e em toda a África (ano de 641).
Mesquita de Ibn Tulun, a terceira Mesquita em importância no Egito; possui um minarete em forma de caracol como a Samara no Iraque.
Mesquita de El Azhar, construída pelos "fatimis", ou fatimitas, fundadores do Cairo no ano de 972. A Mesquita com a sua Universidade é considerado como a meca cultural do mundo Islâmico.
Mesquita do Sultão Hassan, foi construída no ano de 1356-1362.
Mesquita de Moaed construída em 823 sobre Bab Zeuraila.
Mesquita de Mohamed Ali (Alabastro), construída sobre a colina norte da cidadela no ano de 1830 sendo do estilo turco.
Cidadela de Saladino, construída em 1183.
A Casa de Sohemy, construída no ano de 1796 e situada em Darb El Asfar.
Monumentos modernos
O Museu do Cairo, situado na praça de Tahrir, foi construído em 1902.
Palácio e centro de conferências, situado em Madinet Nasr, foi inaugurado em 1989 e é ideal para congressos e conferências internacionais.
A Aldeia Faraônica, onde se pode assistir a uma demonstração da vida quotidiana no Antigo Egito.
O Museu Islâmico, situado em Bab El Khalk, possui a mais importante coleção de arte islâmica do Egito.
Os Museus de Arte Moderna de Mukhtar e de Mohmoud Khalil, possuem coleções de escultura e pintura de elevada importância.
Khan el Khalili, é um dos mais originais mercados orientais. A sua história remonta ao século XIV. Possui grande número de tendas com exposições de artigos em ouro, prata, madeira, marfim e cobre, assim como peles, vestidos bordados, especiarias. O elevado nível arquitetônico dos edifícios converteu este local num verdadeiro museu islâmico.
Museu do Cairo
Durante o século passado, os monumentos do Antigo Egito foram saqueados por mercadores de arte sem escrúpulos e com a cumplicidade das autoridades locais desejosas de agradar às potências ocidentais.
Foi exatamente para travar esta dissipação do património nacional que, em meados do século XIX, o governo egípcio, depois de proibir a exportação dos achados arqueológicos, decidiu construir um museu onde seriam conservados e salvaguardados os tesouros do Antigo Egito.
O museu atual, inaugurado em 1902, é um edifício de dois andares, situado no centro da cidade e embelezado por um pequeno jardim adornado com epígrafes e esculturas antigas.
O rés-do-chão, inteiramente dedicado à escultura e aos sarcófagos, é dominado pelas estátuas colossais de Amenothep III e da rainha Tie, colocadas ao fundo do grande átrio.
O primeiro andar alberga em grande parte o espólio funerário de Tutankhamon: a máscara e os sarcófagos de ouro, as jóias, o trono em ouro, o vasilhame de alabastro e o mobiliário.
O museu do Cairo ergue-se no centro da cidade, precisamente na praça de al Tahrir, onde é possível chegar com o metropolitano e com numerosas linhas de autocarro que aqui têm um terminal. O museu está situado no lado norte da praça, a pouca distância do rio e na sua vizinhança encontram-se numerosos hotéis de luxo. À frente do museu, num pequeno jardim adornado com esculturas e epígrafes antigas, encontra-se o monumento funerário do seu fundador, o francês Auguste Mariette.
As coleções do Antigo Egito estão expostas nos dois andares do edifício por ordem cronológica e divididas por temas.
Política
A cidade tem estatuto de estado, muhafazah, com um governador à frente que é nomeado pelo Presidente do Egito. Cairo é o centro político, econômico e cultural do Egito e do Oriente Próximo. É a sede do governo egípcio, do Parlamento (Majlis al-Sha'b), de todos os organismos estatais e religiosos centrais e de numerosas representações diplomáticas.

Fonte de pesquisa: Wikipédia.











Imagens: Google imagens.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

"Uma Noite no Cairo, dia 20 de novembro no SESC Teresópolis, imperdível!"

Oi, povo!!!!

Pois é dia 20 de novembro teremos o espetáculo "Uma noite no Cairo", a cidade de Teresópolis infelizmente não tem muitos teatros disponíveis para apresentação, o Sesc oferece um local bem bacana, o teatro é super bem estruturado.
Porém nosso espetáculo causou mal estar em outras pessoas ligadas a dança, inclusive com palavras ofensivas e levantando questões falsas de que a organizadora do evento não seria profissional.
Esclareço que minha professora Luana Al-Hafiz é profissional reconhecida pelo sindicato dos profissionais de dança do Rio de Janeiro, além do mais ainda mantêm seus estudos com profissionais renomadas no mercado, que ainda postarei aqui, pois agora não me recordo.
Como não sou adepta de disque me disque através da internet ou qualquer outro meio, só queria também esclarecer que a data é definida pelo próprio Sesc, então não tivemos em momento algum má intenção em atrapalhar outros eventos que ocorreram no mesmo mês.
Vou findar este assunto com este breve esclarecimento a todos que participam do mundo belly e também declarar que se estes comentários inverídicos continuarem, não terei outra alternativa senão levar o assunto as esferas da justiça!!

Obrigada amores por lerem meu esclarecimento e convidando com muito carinho todos que quiserem prestigiar nosso evento que está sendo preparado com muito amor!!! beijos.  

Foto da querida Luana Al Hafiz, bailarina talentosa, amiga e idealizadora do evento "Uma noite no Cairo".

6º Festival de Danças Árabes de Nova Friburgo e Underworld Fusion Fest (...

Eventos Bacanas!!





Oi, povo!!!

Olha quantos eventos bacanas acontecendo, estes são da queridíssima Renata Garcia, talentosa, simpática e que também faz eventos bem democráticos, o que deveria servir de exemplo para bailarinas que não tem nem um pouquinho de humildade!!! Quem puder não deixe de conferir, fica a dica,

beijosss,
Diani.