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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Bailarina homenageada da semana: Corina Mourão de Nova Friburgo-RJ!!!



Há 13 anos, Corina pratica dança do ventre e se dedica a estudá-la. “Aos 7 anos de idade, comecei a fazer balé clássico, mas, naquela época, era muito tímida, e acabei desistindo. Também fiz jazz, dança cigana, street dance, flamenco e Dança de Salão. A dança sempre fez parte da minha vida. Com 16 anos, me apaixonei pela dança do ventre, mas, antes disso, já era fissurada em mitologia egípcia. O amor por essa arte foi tamanha, que a pratico até hoje e, em 2004, tirei o DRT, carteira de especialização em dança do ventre”, conta Corina.
No Brasil, a dança do ventre surgiu na década de 50, aproximadamente, com a chegada de um grande número de muçulmanos. “A dança do ventre é muito forte no Brasil, e vem se modificando muito há cerca de quinze anos, principalmente desde a novela “O Clone”. Em Friburgo, há um problema sério que é o inverno, quando ninguém quer fazer aula com medo do frio (risos). Ainda falta inserir a dança do ventre na cultura friburguense, apesar de a gente ter isso no sangue, por causa da colônia libanesa”, diz a dançarina.
Ao contrário do que muitos podem pensar o objetivo da dança do ventre não é trabalhar a sensualidade da mulher, mas a autoestima, autoconfiança e a feminilidade. “A sensualidade é uma consequência. É aquela questão, se a mulher estiver bem consigo mesma, com a autoestima elevada, ela se produz bonita, e acaba se tornando naturalmente sensual. Muitas mulheres, inclusive, me procuram porque querem aprender a dançar para o marido ou companheiro. A primeira coisa que digo a elas é: irei ajudá-la a dançar pra você. Quando estiver pronta para dançar para si mesma, vai dançar pra quem quiser”, esclarece Corina.
A dança do ventre possui três vertentes, a tradicional e clássica, que segundo a entrevistada, mistura mais ritmos tradicionais, possui movimentos ondulantes, trabalha mais a questão do ritualismo, da autoestima e feminilidade; a folclórica, que é mais lúdica e geralmente passada para as crianças, por não ter quase movimentos ondulatórios. “A gente brinca muito com o charme, através das danças folclóricas. Chamamos de charmes graciosos – jogadinha de ombro, piscadinha de olho. Sempre evito trazer para as crianças a sensualidade e a questão do feminino. Transmito o lúdico, a brincadeira. A partir dos 3 anos de idade, já é possível praticar essa vertente da dança do ventre. Nas crianças, não colocamos saias e tops, mas aquelas calças tipo gênio e coletinho”.


A terceira vertente surgiu no Brasil há cerca de 10 anos, e é conhecida como Tribal Fusion – a fusão da dança do ventre com outros estilos de dança. “Qualquer etnia que você misturar a dança do ventre, torna-se Tribal Fusion. As mais praticadas são o tribal Gypsy, que é a dança do ventre com a dança cigana ou a dança flamenca; o Tribal Gótico, e o Tribal Hip Hop. Há também o ATS (American Tribal Style), que seria a dança do ventre misturada com a de etnias indígenas americanas, entre outras.”
A boa notícia é que através da prática da dança do ventre, pode-se perder peso e moldar o corpo. Todos os músculos são trabalhados, desde a sobrancelha até o dedão do pé. Isso porque a dança do ventre também trabalha bastante a expressão facial, além de fortalecer as pernas, o abdômen, a coluna, o tórax, a cintura e o quadril. Tanto a parte postural quanto a muscular saem ganhando.

Cada aula costuma ter uma hora e meia de duração. “A aula começa com aquecimento, até mesmo por causa da estrutura corporal. Trabalhamos torção de coluna, quadril, flexão de joelhos… Em seguida, geralmente eu inicio com a parte mais lenta da dança do ventre, a clássica. Depois, dançamos derbak ou dança folclórica. No final, fazemos alongamentos e relaxamento”, explica a professora.
Por fornecer uma boa postura corporal e peitoral, e não apresentar vícios de postura dura, inflexível, a dança do ventre prepara a praticante para qualquer outro tipo de ritmo, principalmente os brasileiros. “A dança do ventre tem essa coisa bacana de se encaixar em qualquer ritmo, principalmente nos nacionais. E ao contrário do que muita gente pensa, não se rebola, nem se dança com o bumbum empinado, mas com o quadril encaixado. Geralmente, as pessoas que entram e nunca fizeram dança nenhuma têm muita dificuldade na hora de fazer os movimentos com as mãos, que precisam ser leves e não apresentar qualquer tensão. A postura, de encaixar o quadril, também pega muita gente. O brasileiro tem o hábito de andar com o bumbum empinado, a gente já anda assim”.


As aulas de Corina Mourão acontecem no Sindicato dos Metalúrgicos de Nova Friburgo, sempre às terças-feiras, a partir das 19h30. A mensalidade custa apenas R$ 60,00. Mais informações através do telefone: 22 9913 0062.

Fonte de pesquisa: Luísa P.Toledo - kslfitness.com.br

sábado, 14 de julho de 2012

Khan el Khalili!!!


Khan el Khalili é uma área comercial antiga, um imenso mercado de estreitas ruelas com milhares de pequenas tendas com as mercadorias: sapatos, tecidos, pipas de cristal, especiarias, jóias, com suas ruas repletas de gente, mesas nas portas dos cafés, onde alguns comércios contém também seus próprios pequenos Workshops de manufaturas.Khan el Khalili é um imenso bazar no coração da cidade do Cairo no Egito.
"KHAN" quer dizer "lugar" e "EL KHALILI" é o nome de quem dava repouso às caravanas de comércio que ali chegavam. Do comércio entre o povo egípcio e as caravanas comerciais nasceu há mais de mil anos KHAN EL KHALILI, que hoje é um bairro comercial, um imenso bazar na cidade do Cairo.
Junto com o mercado de Al-Muski, situado ao oeste, forma a área de compras mais importantes da cidade. Mas é mais que isso, representa a tradição que converteu a Cairo em um centro importante de comércio, ao dar aos comerciantes estrangeiros um lugar fixo para expor suas mercadorias. Nas ruelas de Khan el Khalili podem-se encontrar artesanatos manuais dos mais simples aos mais elaborados, perfumes, alimentos, especiarias, jóias, souvenirs das mais variadas espécies com motivos faraônicos e tudo que se puder imaginar. Sem dúvida, um lugar dos mais exóticos e que caracteriza de forma completa o Egito de ontem e de hoje, cujo mercado monopolizava os mamelucos até que os portugueses e espanhóis encontraram rotas alternativas.
Neste mercado árabe, em meio à vozes, animais domésticos e barracas de alimentos de todo gênero, num ir e vir de pessoas de todas as partes do mundo, observa-se artistas dos mais variados gêneros oferecendo os seus trabalhos manuais. O Khan el Khalili tem um cheiro todo próprio e inesquecível de especiarias.
O zoco ou souq (o nome árabe para bazar ou mercado) criou-se em 1382, quando o emir fatímida Dyaharks el-Jalili construiu um caravanserai (ou han) no local. Uma caravanserai era um restaurante para os comerciantes ambulantes, e geralmente um foco de atividade econômica para seus arredores. Todavia existe, convertida em hotel. Outro lugar de descanso é o café El-Fishawi (dos espelhos), aberto às 24 horas desde a 200 anos, lugar de reunião para os artistas locais que era freqüentado por Naguib Mahfuz, Prêmio Nobel de Literatura e um dos autores mais conhecidos do Egito.
Ao mesmo tempo pode-se acompanhar a elaboração de um objeto artesanal, passo a passo. Homens vestidos com suas túnicas (galabias) e seus turbantes, discutem exaltados compras e vendas de mercadorias. Outros, sentados nas calçadas pensam na vida e fumam observando o movimento diário.
O mercado era também um centro de reunião para grupos rebeldes, até que o Sultão Ghawri o reconstruiu e modernizou no século XVI.

Fonte de pesquisa: Wikipédia e Google imagens.

Você conhece o Mar Morto?


Localização e informações geográficas

O Mar Morto, também conhecido como lago Asfaltite, situa-se no Oriente Médio, na região interior da Palestina, banhando a Jordânia, Israel e Cisjordânia. É alimentado pelo rio Jordão. Do ponto de vista climático e geográfico, está região apresenta clima subtropical e semi-árido, com verões de altas temperaturas e muito seco. A região é praticamente desértica.
Na verdade, o Mar Morto é um lago de formato estreito e alongado, possuindo 82 quilômetros de comprimento e 18 quilômetros de largura. Ele está a 392 metros abaixo do nível do Mar Mediterrâneo e 417 metros sob o nível do mar (é o ponto mais baixo do planeta Terra).
A característica marcante deste lago é a alta concentração de sal em suas águas (cerca de 300 gramas de sais para cada litro de água). A quantidade considerada normal para os oceanos é de 30 gramas para cada litro de água.
Esta característica impossibilita o desenvolvimento de peixes ou qualquer outra forma de vida. Os peixes, que chegam pelo rio Jordão, morrem instantaneamente ao entrarem no lago. Por isso, ele é chamado de Mar Morto.


Curiosidades sobre o Mar Morto:

- As águas do Mar Morto são relativamente ricas em minerais, tais como: potássio, bromo, cálcio e magnésio.
- Em 1947, beduínos encontraram cerca de três mil fragmentos, datados de 2 mil anos, no Deserto da Judéia. Estes documentos históricos, que ficaram conhecidos como Manuscritos do Mar Morto, apresentam informações importantes sobre o Novo Testamento da Bíblia.


O Mar Morto contém a água mais salgada do mundo. Essa grande quantidade de sal aumenta sua flutuabilidade, e os banhistas bóiam facilmente.

Fonte de pesquisa: Wikipédia e suapesquisa.com



sexta-feira, 13 de julho de 2012

Véu Ribbon!


Essa dança é de origem chinesa, porém tem aparecido com mais frequência em vídeos de fusão com a dança do ventre. Algumas bailarinas as chamam de véu ribbon, que significa fita em inglês. Ela também é conhecida como dança das fitas.
No Brasil a tendência é utilizar o véu em forma de asas, (os chineses também usam assim), mas o mais comum é o formado com vareta. O ribbon lembra muito a ginástica rítmica. Ao acrescentarem a vareta às fitas, os bailarinos passaram a criar desenhos que, segundo sua cultura, lembravam o movimento dos dragões ou arco-íris.
Hoje, dois tipos de fitas parecem estar sendo usadas: no primeiro, a fita é contínua e muito longa, passando por detrás do pescoço da bailarina. As varetas ficam disfarçadas no meio do tecido. O segundo tipo é semelhante às fitas usadas pela Ginástica Rítmica e as fitas de seda são presas às varetas. O efeito das fitas é lindo e chama muita atenção no palco.
No caso da dança árabe feminina, usar as fitas como qualquer outro elemento requer uma escolha, de maneira semelhante à que ocorre com os leques de seda. Pode-se mostrar os movimentos das fitas ou mostrar os movimentos do corpo. Devido ao fato de que os desenhos chamam muita atenção, movimentos de quadril ou tremidos acabam por não serem vistos pelo público.

Fonte de pesquisa: portal do egito.