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quinta-feira, 31 de maio de 2012

XI FCA- 2012 Luana Al-Hafiz

XI FCA- 2012 Cia Luana Al-Hafiz

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Joline Andrade - Hypnotic Tribal Fusion

Collapse por Joline Andrade {Tribal Fusion} - Festival Internacional Viv...

Bailarina homenageada da semana: Joline Andrade!! Simplesmente maravilhosa!!!



Joline Andrade (Salvador, Bahia, Brasil), é bailarina, coreógrafa, professora, produtora e pesquisadora na área da dança.
É formada em licenciatura em Dança e no Curso de Dançarino Profissional pela Universidade Federal da Bahia.
Recentemente concluiu o Curso de Pós-Graduação (Especialização) em Estudos Contemporâneos sobre Dança nesta mesma universidade.


Foi selecionada pelo diretor Miles Coperland como finalista da audição para a Cia. Bellydance Superstars (USA) em 2010.
Recebeu um convite da bailarina Morgana (ESP) para participar do show de gala no evento Gothla.Es que ocorreu em Madrid-ESP em 2010, junto a Asharah (USA) e outras bailarinas da Itália, Inglaterra e Espanha.


Em 2011 participou do show de gala Opa!Fest em Buenos Aires-ARG com as bailarinas Kami Liddle (USA), Elisabeth Strong (USA) e outras da América Latina.
Já participou de eventos com grandes nomes da dança tribal como Sharon Kihara (USA), Mardi Love (USA) e Ariellah Aflalo (USA).

Blog de Joline:
http://hibridaressonante.blogspot.com/





quinta-feira, 17 de maio de 2012

Titãs II - 2º Festival de Bailarinos Árabes - 2012.

Vem aí a segunda edição do Titãs - Festival de Bailarinos Árabes - fiquem ligados por a primeira edição foi um sucesso, em 2012 não será diferente, participem!!!!


Diani Bianchi.

Escola de dança Badria em Itajaí - SC!!!!


Pessoal amado de Santa Catarina( ohhhh saudades da minha terra), agora Itajaí tem uma escola muito bacana de Dança do Ventre sob o comando da talentosa Vanessa Iara, no cartaz acima vocês encontram todas as informações, tel. e end., gente é tudo de bom, aguardem que logo farei um post falando da carreira da querida Vanessa Iara, beijos e vamos dançar!!!!!

Diani Bianchi.

Improviso de Gabriela Miranda - Campo das Tribos

Gabriela Miranda no Belly in Dance

Bailarina homenageada da semana: Gabriela Miranda, talento da Dança Tribal!


Gabriela Miranda iniciou seus estudos em dança com cerca de 7 anos quando fez aulas regulares de Street Dance. Mais tarde se dedicou à Dança Cigana brevemente, manifestando seu interesse por Danças Orientais.

No ano de 1999 iniciou seus estudos em Dança do Ventre, com cerca de 11 anos, como autodidata pois não haviam professoras em sua cidade. Mais tarde começou aulas regulares com a professora Rôsmary Lisboa Lopes, se formando aos 15 anos como professora. Teve aulas com professoras de renome internacional como Brysa Mahaila, Muna Zaki e Raíssa Mahin. Em 2005 conheceu a Gothic Bellydance, sua grande paixão até hoje, através de um vídeo de Ariellah Aflalo, e iniciou seus estudos de maneira autodidata em Dança do Ventre Fusão. Ministrando aulas de Dança do Ventre tomou conhecimento do Estilo Tribal em 2006, através de um vídeo de Rachel Brice. Apaixonada por esse estilo, dedicou-se a estudar a Fusão Tribal e Gótica e começou a desenvolver seu estilo próprio ao dançar, misturando um pouco de cada técnica que aprendera ao longo de seus estudos.
Desde então faz cursos de diversas danças e modalidades e pratica Yoga Integral. Teve aulas de Dança Indiana (Odissi, Baratanathyan e Khatak), Flamenco, Dança Africana (Tradicional e Ejexá) e aulas regulares de Ballet Clássico. Fez aulas e cursos com bailarinas de Tribal Fusion e Dark Fusion internacionais tais como: Ariellah Aflalo (EUA), Mira Betz (EUA) -suas duas maiores influências e inspirações-, Sonia Ochoa (EUA), Ansuya (EUA), Moria Chappell (EUA), Kami Liddle, Mardi Love (EUA) e Sharon Kihara (EUA). E com as seguintes profissionais nacionais: Bárbara Kale (RS), Shaide Halim (SP), Núbia Ferro (SP), Mariana Quadros (SP), Nanda Najla (MG), Kilma Farias (PB) e Carol Shavarosk (RJ). Viajou para diversos lugares para estudar, ministrar aulas e se apresentar, entre eles para a Argentina, onde fez uma imersão com sua grande inspiração, Ariellah Aflalo. Posteriormente, voltou a Buenos Aires para dançar no Opa Fest e ter aulas com Mira Betz (EUA) e Mardi Love (EUA).
Atualmente Gabriela Miranda é bailarina, professora e coreógrafa de Tribal Fusion, mora e dá aulas em São Paulo e na Grande São Paulo, ministra workshops e faz apresentações em diversos lugares do Brasil e América do Sul. É integrante do grupo de ATS (American Tribal Style) "Pandora" sob direção de Mariana Quadros e também é coreógrafa de Tribal Fusion da Cia de Danças Dancers South America (DSA), sob direção de Adriana Bele Fusco. Gabriela também cria e confecciona figurinos e acessórios para Tribal Fusion, possuindo sua própria marca de figurinos personalizados para o Estilo Tribal, o Ateliê Tribal Skin.

http://tribalskin.blogspot.com/


Gabriela procura não prender-se à rótulos e definições de sua dança, pois acredita que isso limita o seu estilo ao dançar... Se procurada para definições, ela apenas diz que dança “Dança do Ventre Fusão” ou "Tribal Fusion". Ela explica com suas palavras: “Nós, bailarinas, devemos nos importar em defender a dança como um todo. Praticar e ter aulas de qualquer estilo que possa nos acrescentar algo e ter em mente que a dança deve expressar o que sentimos e não refletir as nossas vaidades e pretensões. Devemos dançar para expressar, comunicar, nunca para impressionar e agradar. Devemos também nos concentrar e conectar com as emoções mais profundas e verdadeiras que possamos sentir, para que o público reconheça a Arte no que estamos fazendo, e não apenas um corpo dançando.”



quinta-feira, 10 de maio de 2012

Bailarina homenageada da semana: Sanurah Jhones!!!



Sanurah iniciou seus estudos em dança do ventre na escola Asmahan no início de 2009, e vem se dedicando com seriedade e amor. Atualmente faz aulas com Darah Hamad (sua mestra - desde 2010) e Samara Nyla (particular - desde 2012). Fez aulas com: Jannah Moreno, Ariella Anwar, Jhade Sharif, Dunia La Luna e Assíris Al Qamar
Em meados de 2010 entrou também para a dança tribal, na escola Asmahan, estudando Fusion com Carol Schavarosk. Neste estilo vem se dedicando especialmente ao ATS® (American Tribal Style) com a Aline Muhana.
Em 2011 começou suas aulas de balé no Dance UERJ, estudando com Juliana Bonnet, sem fins profissionalizantes, no intuito de se aperfeiçoar nas danças orientais.
Em novembro de 2011 conquistou o registro de bailarina profissional em dança do ventre pelo SPDRJ e começou a dar aulas na escola de dança do ventre Asmahan.
Em 2012 entrou para a Tribo Mozuna, grupo de ATS® da escola Asmahan.
Entrou para o grupo de bailarinas Sarah Calldas, realizando apresentações de dança do ventre no Monte Líbano e em eventos particulares.
Ganhou prêmios em festivais de dança do ventre:
- 1º lugar modalidade Dupla Folclore Árabe no Festival Ghawazee 2011 (com Juliana Meanda)
- 1º lugar modalidade Dupla Dança do Ventre no Festival Lumina Qamar 2011 (com Juliana Meanda)
- 3º lugar modalidade Solo Amador no Festival Aziza Al Jahwara 2011


Professora Sanurah Jhones     
Aulas de Dança do Ventre com Sanurah Jhones
Local: Asmahan Escola de Artes Orientais
www.asmahan.com.br
Endereço: Rua São Clemente, 12 / 201 - Botafogo
Rio de Janeiro – RJ.

Fotos: Arquivo pessoal da bailarina. 

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Traje completo a venda - Atelier Luana Al-Hafiz!



TRAJE COMPLETO A VENDA: 
Informações pelo e-mail de Luana Al-Hafiz - luanaaprata@hotmail.com

Leques na Dança do Ventre!


Os leques, também conhecidos como abanicos ganharam espaço na dança do ventre somente nos últimos anos. Porém, existem registros de que os leques eram originalmente utilizados por incas, astecas, babilônicos, persas, romanos, gregos e egípcios.
A representação mais antiga deste objeto pertencia uma imagem de Namer, que unificou o Alto e Baixo Egito em meados de 3 mil a. C, atualmente se encontra no museu de Oxford. Os leques egípcios guardavam muitas semelhanças com os utilizados na dança do ventre hoje. Eram grandes, semicirculares e serviam tanto para abanar quanto para espantar insetos.
Com o aumento das fusões na dança do ventre muitos elementos das outras culturas foram incorporados. Durante a apresentação, este acessório serve mais como enfeite, não há passos especiais para se fazer. É só uma questão de charme, de misturar essa influência flamenca aos passos tradicionais da dança do ventre e de coordenação e habilidade gestual. Em geral, são usados em movimento, em frente ao rosto ou na altura da cintura. Assim como o véu fan, pode ser usado aberto ou fechado. É possível usá-lo com ondulações, nos taqsims e em ritmos como Baladi, Said e Maqsum.
O leque pode ser de bambu, marfim, seda, renda ou de outros tecidos. Um modelo muito específico ganhou estrutura mais rígida, ficou maior e foi adornado com penas, formando uma espécie de abanador de faraós. São muito utilizados em coreografias de palco, para criar figuras geométricas e, principalmente, círculos.

Fonte de pesquisa: Portal do Egito.


Preconceito na Dança do Ventre!!


O preconceito não passa de um conceito que criamos antes de saber o que aquilo realmente é. É julgar aquilo que não conhecemos ou pensamos que conhecemos.
Não só no Brasil, mas em vários lugares do mundo a dança do ventre não é bem vista por algumas pessoas. Para muitas mulheres não é fácil dizer que está aprendendo a dança do ventre, pois geralmente surgem comentários do tipo: “... aquela que faz a cobra subir", “... ah, aquela dança do ‘Tchan’!", “... e você vai tirando todos os véus até ficar nua?", e por aí vai!
Haja paciência para lidar com tamanha ignorância e falta de informação sobre o assunto.
Da onde vem o preconceito da dança do ventre? Há um jeito de lidar com isso? Diversos fatores influenciam no crescimento do preconceito sobre a dança do ventre. Não só os aspectos culturais, como também falhas graves dentro do mercado da dança, fazem com que isso aumente.
Muitas vezes aquelas pessoas que moram em cidades interioranas, onde não existe divulgação adequada da cultura árabe, sentem-se chocadas quando vislumbram mulheres em trajes sumários, principalmente quando assistem pelos meios de comunicação, a algo exagerado ou distorcido. Muitas vezes a TV distorce o papel da dança do ventre colocando as mulheres dançando por alguns segundos para algum pervertido olhar masculino.
Tudo isso causa um retrocesso na divulgação da dança, pois se cria uma confusão cultural na cabeça das pessoas envolvidas.
O respeito se adquire através de postura, conhecimento, perseverança e critérios, honestidade e dedicação. Meio termo não funciona, apenas dá margem a mais preconceito.
O preconceito com a Dança do Ventre talvez não possa ser totalmente erradicado, mas a base para sua diminuição está na informação. É importante que a bailarina divulgue seu trabalho de forma simplesmente profissional ou como entretenimento. Ela deve transmitir ao público sentimento e respeito por essa arte para refletir numa reação positiva que seja extensiva a todas as praticantes da Dança do Ventre.

Cada bailarina pode deixar sua contribuição para que o preconceito seja eliminado, repassando seus conhecimentos e suas experiências a outras, sempre com o intuito de mostrar a arte da dança num todo, sem que essa arte seja vulgarizada pelas pessoas que desconhecem a sua verdadeira essência.

Fonte de pesquisa: portal do Egito. 


segunda-feira, 7 de maio de 2012

Evento bacana, vamos participar!!!


É dia 20 de maio, os animais agradecem sua ajuda, participem!!!!