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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Ingressos para "Uma noite no Cairo"!!

Os ingressos para o espetáculo "Uma noite no Cairo" já estão a venda na secretaria do SESC-Teresópolis! Dia 20 às 19h00, espero todos vocês!!! Participem!!! LILILILILILILILILILILILILILI!!!!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Código de Ética na dança do ventre!!!


"O Código de Ética da Dança do Ventre foi elaborado a partir da iniciativa de Shalimar Mattar, editora do jornal "Oriente, Encanto e Magia", objetivando a organização e valorização do segmento envolvido com a dança do ventre no Brasil.
Esse é o resultado de um trabalho conjunto e democrático que contou com a participação de 439 praticantes dessa arte (amadoras e profissionais) durante um período de 10 meses de trabalhos.
Publicação 03/03/2002 durante o "1º Simpósio de Dança do Ventre" realizado em São Paulo."
A dança do ventre é uma expressão artística e, como tal, deve ser difundida. Cabe às profissionais da área zelar pelo seu conceito, mantendo assim, os padrões de elegância que a envolvem e não permitindo sua vulgarização.
Para exercer suas funções com dignidade, as profissionais da área devem receber remuneração justa pelos serviços artísticos ou didáticos prestados.
É considerada conduta antiética a prática de concorrência desleal com outras profissionais da área (bailarinas ou professoras).
Professoras:
- A professora tem a função de ensinar e orientar pacientemente, sempre zelando, em primeiro lugar, pela saúde e bem-estar de suas alunas, e respeitando as limitações de cada uma.
- A todas as professoras é dada orientação que seus currículos estejam à disposição das alunas.
- É importante que a professora realize anualmente avaliações opcionais com suas alunas, as quais terão à disposição informações preciosas para a evolução de seu aprendizado.
- A dedicação ao ensino deve ser direcionada para o conhecimento de suas alunas e não como instrumento de vaidade pessoal para a promoção da professora.
- A professora deve exercer seu trabalho livre de toda e qualquer discriminação, motivando e respeitando suas alunas, independentemente de características físicas ou faixa etária, lembrando que esta é uma atividade que deve ser direcionada visando ao bem-estar e equilíbrio físico, mental e emocional.
Portanto, não podem ser exigidos padrões estéticos que diferenciem ou discriminem qualquer uma delas.
- Para aptidão ao magistério da dança do ventre considera-se satisfatório um período mínimo de 4 anos de estudos na área, com aperfeiçoamento em didática e conhecimentos de anatomia, cinesiologia e biomecânica que possibilitem segurança na realização de um trabalho corporal consciente.
O tempo de estudo pode ser reconsiderado a partir de cursos realizados anteriormente, como balé clássico, educação física ou faculdade de dança .
- A professora de dança do ventre deve buscar aprimoramento e atualização constantemente.
- A professora deve cumprir a programação e o cronograma de cursos oferecidos ou divulgados a suas alunas.
- Todas as alunas merecem igual atenção de sua professora, a qual não deve fazer qualquer
distinção entre elas.
- A professora deve ser especialmente honesta quanto aos seus conhecimentos, buscando respostas corretas para esclarecimento de suas alunas.
Todas as informações pertinentes ao curso que se dispõe a ministrar devem ser transmitidas com clareza e honestidade, visando ao efetivo aprendizado de suas alunas.
- Como a dança do ventre tem origens muito remotas e informações de difícil acesso, esta questão deve ser sempre esclarecida a priori, para se evitar a divulgação de histórias fictícias que resultem em prejuízo à sua imagem e evolução.
- A professora não deve estimular competitividade negativa entre suas alunas ou com outros grupos.
- A professora deve ter respeito e consideração com as demais profissionais da área, preservando um ambiente de relacionamento sadio que possa acrescentar ao desenvolvimento de todo o segmento, não utilizando a sala de aula como espaço para demonstrar rivalidades pessoais ou denegrir a imagem dos demais profissionais da área em prol de sua promoção.
São ainda consideradas atitudes antiéticas:
- Apresentar coreografias de outras profissionais sem prévia autorização, bem como omitir o nome da responsável por sua criação.
- Coibir a participação de alunas em workshops e cursos que possam acrescentar elementos ao desenvolvimento e aprendizado.
- Apresentar currículos com informações fictícias referentes ao aprendizado e experiência. Recomenda-se que, em se tratando de cursos e workshops, sempre se solicite certificado de participação.
Bailarinas
No Brasil, até a presente data, são consideradas bailarinas de dança do ventre todas aquelas que, possuindo o conhecimento e experiência necessários, prestem serviços artísticos profissionais (shows) mediante oneração.
- Cabe à bailarina profissional cumprir todas as cláusulas acertadas em contrato para prestação de serviços artísticos junto ao seu contratante.
- A bailarina profissional de dança do ventre deve zelar pela imagem moral da categoria que representa:

A)Mantendo relacionamento de respeito e elegância junto ao seu público e contratante.
B)Trajando-se de forma adequada aos padrões da categoria durante suas apresentações.

Faz parte da correta conduta ética entre bailarinas profissionais:

- Quando assistir à apresentação de outra bailarina e/ou alunas, dedicar o devido respeito e atenção.
- Quando estiver realizando apresentação em conjunto, ser solidária e direcionar o trabalho com espírito de equipe e união.
- Ter consciência de que cada profissional possui um estilo próprio que a diferencia e, assim, saber apreciar a admirar, com a devida humildade, todas as variadas formas de se expressar a mesma arte.
- Respeitar o local de trabalho de outras profissionais.
São consideradas atitudes antiéticas:
- Atravessar ou interferir em contato de trabalho de outra profissional estando ciente deste fato.
- Distribuir material de propaganda pessoal durante serviços contratados por meio de outra bailarina.
- Criticar o desempenho ou denegrir a imagem de outra profissional junto ao público, contratantes ou demais colegas da área.
- Transformar uma apresentação coletiva em disputa pessoal de vaidade, interferindo na qualidade do trabalho apresentado.
A forma como uma professora e bailarina se refere à sua (s) mestra (s) é um exemplo que será seguido por suas alunas amanhã. Quem não respeita seu mestre não valoriza a arte.
Recomenda-se sempre avaliação médica antes do início das atividades, como em qualquer atividade física.
As responsáveis pela elaboração do Código de Ética esperam que a união, a humildade, a seriedade, o respeito e o amor sincero à arte estejam sempre acima de qualquer diferença pessoal. Que estes laços que nos aproximaram até aqui em favor do objetivo único de valorizar e organizar nossa arte se fortifique a cada dia, alcançando todas as praticantes da dança do ventre no Brasil.

Fonte: Oriente encanto & Magia

Véu Wings!


Infelizmente, não há muita pesquisa a respeito da origem deste véu na dança do ventre. Alguns dizem que é uma adaptação das imagens e rituais da Deusa Ísis, sendo que ela teria se transformado em uma ave para cantar suas lamentações. Outros falam que foram as americanas que introduziram este acessório em formato de asa para chamar a atenção do público.
Independente das especulações, sabe-se que este acessório está na moda. Muitas bailarinas, famosas ou não, usam o véu wings em suas apresentações. Ele também é chamado de véu borboleta e asas de anjo (Isis Wings, Alas de angeles…) por causa do formato em asas e pode ter várias cores e feito em diversos tecidos. 
No início, eram plissados e de uma cor só, mas hoje costumam ser coloridos, fruta cor e até de seda. Pode até ter só um lado da asa. Na hora de escolher, vai personalidade de cada bailarina. Existe um tamanho padrão de 3 metros para cada asa e uma altura de 1,50 m, mas você pode ir em ateliês e fazer um sob medida.
Eram muito caros quando ficaram famosos, mas hoje estão com o preço mais conta em razão da quantidade de pessoas que produzem esses véus. Existem dois modelos básicos: egípcio e argentino. O primeiro possui um velcro que você prende no pescoço, limitando o uso do véu como borboleta.
O argentino não tem isso, é uma faixa mais comprida, e assim é possível brincar com o véu de diversas maneiras: você pode colocá-lo no pescoço, cintura e fazer todos os movimentos que costuma realizar com um véu normal como helicóptero, asa de anjo, leque…além de outros tipos de giros.
Dançar com o véu wings parece fácil, mas engana-se quem pensa assim. Você precisa ter domínio dos movimentos, por isso, não fique achando que este ornamento vai esconder a sua dança.
Sem contar que uma ótima postura e força nos braços são fundamentais para que os passos saiam bem executados ao mesmo tempo que leves.
Geralmente, as bailarinas escolhem músicas modernas, com batidas fortes e usam o véu como entrada de um show. 
Para quem gosta de algo mais clássico, dá para dançar uma música mais lenta, basta manter o tom de mistério. Mas na maioria das vezes ele é usado em entradas para chocar o público e passar a impressão de que a bailarina voa pelo palco.
Fonte de pesquisa: cadernos de dança.com.

Véu na dança do ventre!!!

Entre as definições de véu o que fica forte é que representa mistério, serve para ocultar, envolver ou encobrir algo. O véu dentro da dança tem um papel fundamental de tirar a pessoa da realidade por alguns instantes. Por um momento através do movimento do tecido distraindo o público e aproximando-o novamente em você, proporcionado pela delicadeza dos movimentos.

Os movimentos de véu não fazem parte tradicionalmente da dança oriental, as egípcias usam pouco o véu e as libanesas usam com movimentos bastante simplistas. Já as bailarinas ocidentais – americanas e européias foram as disseminadoras do uso do véu na dança do ventre. Plantando assim a semente nos outros países, principalmente no Brasil.

Para dançar com véus a bailarina precisa buscar ter uma postura elegante, braços alongados, se estiver com os dois pés no chão usa-se uma posição de transferência para facilitar os movimentos, pernas relaxadas e não flexionar os joelhos.

Os tecidos para véus no início eram variados, sendo as americanas e as européias as principais divulgadoras do trabalho com véus, estas usavam tecido como vual, organza cristal e as bailarinas mais elegantes usavam creep jorgete. Mas após o surgimento do véu de seda pura, conhecido também como etôile ou palha de seda que é um tecido mais caro do que os tradicionais, mas também, mas nobre. Aos poucos foram sendo substituídos, pois em compensação seu efeito é totalmente diferenciado, por ser um tecido mais leve.

Pelo próprio peso do tecido ele demora mais tempo para cair no chão, causando um efeito inexplicável. Ele ondula com facilidade e provoca desenhos no ar, facilitando o trabalho das bailarinas.

Escolha o seu tecido e o eleja, pois a técnica que você aprende num tecido se você modificar o tipo de tecido a técnica também irá se modificar a cada troca.

O véu trás um ar de amplitude pelo colorido trazido pelas pinturas. O véu tem que ser na sua dança algo prazeroso, você deve brincar com o véu demonstrando tranqüilidade e leveza. O prazer em dançar com o véu vale mais do que até mesmo a própria técnica. “E a sedução na vida é assim. Você só é seduzido quando você não percebe que esta sendo seduzido. Quando você percebe já foi. E o véu é a mesma coisa é uma sedução delicada da dança através de um tecido que voa”.

Na verdade não devemos ficar se preocupando a todo o momento - o que é certo e o que é errado, você tem que estar em harmonia com você para você conseguir expressar beleza e suavidade para que as pessoas que estão lhe assistindo, percebam sua proximidade com a dança e o que lhe motiva. Que para mim é a beleza feminina em movimento.

Habilidade é algo que deve ser perseguido sempre, perseverança e treino. Você deve tentar oferecer ao público o que lhe é mais confortável, na apresentação não é o momento ideal para você experimentar coisas novas.

Escolha as cores e o modelo que mais lhe identifica, e voe muito alto com o seu véu em seda pura pintado a mão!

Por Lini de Pádua – Ateliê Zafira Seda A Arte da seda no seu dia a dia

Aula de Dança do Ventre na TV com Suheil - redondos