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quinta-feira, 18 de junho de 2009

Bengala/Bastão/Tahtib/Raks al Assaya!!

Bengala / Bastão / Tahtib / Raks Al Assaya
O Tahtib é uma dança beduína do Sul do Egito, originária dos nômades do deserto, que tangiam rebanhos com bengalas ou bastões. Inicialmente, a dança com este instrumento era exclusividade dos homens. É dançada com um cajado nas mãos, conhecido como shoumas, e este serve para fazer "acrobacias", que é o ponto forte da dança, representando uma espécie de luta, onde os homens atacam ou defendem-se de golpes imaginários. Com o tempo, as mulheres fizeram uma adaptação desta dança masculina (Tahtib) e então surgiu a, dança da bengala ou bastão (versão exclusivamente feminina desta dança). A Raks El Assaya foi introduzida nos grandes espetáculos de Dança do Ventre pelo coreógrafo Mahmoud Redá, Fifi Abdo teria sido a primeira grande dançarina a apresentar performances com a bengala. Porém ela se apresentava com roupas masculinas. O traje para esta dança deve ser folclórico. Os vestidos são os mais utilizados. Podem ser justos ou mais folgados, preferencialmente com aberturas laterais. Usam-se também lenços de medalhas nos quadris e enfeites na cabeça. As mulheres manejam a bengala (ou bastão) demonstrando suas habilidades com o objeto, usando-o também como uma "moldura" para mostrar o corpo durante a execução de seus movimentos. É dançada em um ritmo chamado Saidi e os movimentos são graciosos, delicados e firmes. Nessa dança mostra-se a destreza da dançarina, o equilíbrio e o charme.

Ritmo de Dança do Ventre Baladi


Este é um ritmo inserido no grupo dos derivados do Maqsum. Maqsum simples é a base de muitos ritmos e especialmente importante na música egípcia. Se você escuta música oriental com acompanhamento de percussão, certamente reconhece o tradicional DT-TD-D do Maqsum.
Na dança do ventre o Baladi é uma versão folclórica do significado da terra, do campo e envolve no Egito um pouco de regionalismo Maqsum, caracterizado pelos familiares dois dums que lideram a frase.
Este ritmo é muito típico e é encontrado com freqüência na música para dança do ventre . O Dum duplo tende a submergir quando há acompanhamento melódico por isso, às vezes, pode não ser ouvido de imediato, então utiliza-se como base, uma versão simples de Maqsum.
Existem inúmeras variações do Baladi, e algumas possuem seu próprio nome, como por exemplo o Masmoudi Saghir (Masmoudi “pela metade”). Alguns músicos afirmam que o Baladi é, na verdade, uma versão folclórica do Maqsoum.Este é um ritmo inserido no grupo dos derivados do Maqsum. Maqsum simples é a base de muitos ritmos e especialmente importante na música egípcia. Se você escuta música oriental com acopanhamento de percussão, certamente reconhece o tradicional DT-TD-D do Maqsum.
Na dança do ventre o Baladi é uma versão folclórica do significado da terra, do campo e envolve no Egito um pouco de regionalismo Maqsum, caracterizado pelos familiares dois dums que lideram a frase.
Este ritmo é muito típico e é encontrado com freqüência na música para dança do ventre . O Dum duplo tende a submergir quando há acompanhamento melódico por isso, às vezes, pode não ser ouvido de imediato, então utiliza-se como base, uma versão simples de Maqsum.
Existem inúmeras variações do Baladi, e algumas possuem seu próprio nome, como por exemplo o Masmoudi Saghir (Masmoudi “pela metade”). Alguns músicos afirmam que o Baladi é, na verdade, uma versão folclórica do Maqsoum.
Fonte de pesquisa: www.odaliscascostumes.com

terça-feira, 2 de junho de 2009

Passei de fase!!!!


Agora passei para a fase avançada nas aulas de dança do ventre, estou muito feliz, pois isto demonstra que estou evoluindo cada vez mais!

Dança do Candelabro!!!!


Este estilo de dança fazia parte das celebrações de casamento e nascimento.
A bailarina conduzia o cortejo do casamento levando um candelabro, na cabeça. Desta maneira, o povo acreditava que ela podia iluminar o caminho dos noivos, e trazer felicidade para eles.
O CANDELABRO
O candelabro pode ser de 7, 9, 13 ou até mesmo de 17 velas, ou a critério de cada bailarina. As velas podem ser brancas ou velas coloridas. Normalmente as bailarinas dançam com véu por baixo do candelabro ou preso a roupa.
A ROUPA
É costume ser toda preta ou branca. Porém, nada impede que você dance com roupa de outras cores. O ideal é que a roupa seja com o ventre coberto. Hoje é comum que a bailarina apresente a dança do candelabro, no começo de seus shows.