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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

John Compton and Hahbi 'Ru SF Ethnic Dance Fest.mov

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Om Kalsum - A voz do Egito.


Om Kalsum
A Voz do Egito

Om Kalsum é a cantora e música deste século mais famosa e amada no Oriente Médio. Ela foi popular por 50 anos, e suas músicas ainda são muito ouvidas em todo mundo árabe.
Por uns, é chamada de kawkab al-sharq (estrela do Oriente) e por outros 'imperatriz da música árabe', Om Kalsum, com uma voz imponente e clara, ainda pode ser ouvida diariamente nas rádios, nos cafés e táxis de todo mundo árabe. Mesmo tendo morrido há mais de duas décadas, suas letras de amor, canções nacionais e cânticos religiosos continuam atingindo milhões de pessoas. Seu público, como se entrassem na música, cantarolam ou choram, sofrendo, em resposta às suas mudanças de timbre, cheias de nostalgia e anseio, tocando a alma árabe.
Om Kalsum nasceu em 1908, numa família humilde de camponeses em Tamayet-el-Zahayra - uma pequena vila egípcia. Ela começou a carreira de cantora como uma camponesa pobre vestida de garoto, porque mulheres virtuosas não podiam cantar em público. Simultaneamente, estudava o Alcorão e assim aperfeiçoou sua língua. Durante casamentos e festas de família, ela recitava, com estilo tradicional, partes desse Livro Sagrado e das as-Sirah - cantigas que contam a história do profeta Mohammed e sua família. Mesmo quando nova, sua voz tinha um alcance emocional inigualável e espalhou sua fama através do Vale do Nilo.
Em 1924 ela mudou para o Cairo, onde, nos anos seguintes, cativou fãs em todas as partes do mundo árabe, para os quais seus concertos eram um rito. Cada show se tornou um evento pan-árabe. Pessoas do Norte da África e do Oriente Médio, especialmente da península arábica, iam para o Cairo em toda primeira quinta-feira do mês com o único propósito de assistir a seus concertos, os quais, quase sempre, consistiam de uma única música que durava até as primeiras horas da manhã.
As músicas geralmente celebravam o milagre do povo árabe e de sua fé no Islamismo. Quase todas eram uma coleção dos grandes temas árabes, como amor, orgulho ferido e lembranças de uma paixão perdida. Elas juntavam os muitos golfos para unir os diversos fragmentos sociais do mundo árabe em uma só emoção. Diz-se que ela é responsável por manter viva a herança islâmica e as antigas poesias do deserto. Apesar de ter participado de muitos filmes, ela rejeitava músicas modernas e era fiel às músicas clássicas árabes consagradas.
Alta, com cabelos negros como o ébano, Om Kalsum era um enorme sucesso, e conseguia, com sua voz e palavras, criar uma atmosfera mágica e encantar seus ouvintes de um jeito que nenhum outro cantor árabe jamais tinha conseguido. Ela tinha uma voz com expressividade única, que arrancava risos de seus ouvintes ou até os fazia chorar.
A pouca distância do microfone, com um vestido de noite com botões de diamantes, ela torcia e apertava um lenço em suas mãos, à medida que sua voz, às vezes áspera e tensa ou entrecortada por pontadas de amor, alcançava tons impossíveis. Em outras horas, sua voz aguda que esticava ao soprano ou ao tenor e era pontuada, decorada e ecoada por sua orquestra, atingia profundezas cósmicas e causava uma mistura de saudade, melancolia e sonhos inalcançados.
Durante a Segunda Grande Guerra, suas letras tinham tamanha influência sobre os árabes que tanto os Aliados quanto o Eixo usavam os discos dela em seus programas transmitidos ao Oriente Médio. Mais tarde na década de 40 ela se tornou reconhecidamente líder da música árabe e sua vida se tornou a história do Egito moderno.
Depois de subir ao poder, Nasser se tornou muito próximo de Om Kalsum. Nos anos que se seguiram ela desfrutou de um status especial com esse jovem herói árabe - uma posição singular que nenhum outro artista jamais alcançou. Sua voz se tornou quase tão importante quanto os discursos do carismático Nasser. Para garantir uma audiência árabe grande, importantes notícias  políticas eram transmitidas antes dos concertos de Om Kalsum. Daí a fala de que 'nos anos 50 dois líderes emergiram no Oriente Médio, Jamal Abd AL-Nasser e Om Kalsum'. No entanto, mais do que Nasser, como a eterna Esfinge, essa voz dos árabes se tornou um símbolo nacional do Egito.
No mundo do esplendor artístico das décadas de 1950 e 1960, quando Om Kalsum se tornou o brinde do Cairo e uma heroína nacional, sua fama e adoração também alcançaram o zênite em outros países árabes. Alcunhada de 'Embaixadora das Artes Árabes', sua importância nos países árabes era tamanha que era recebida com a mesma cerimônia que altos membros do governo e levada em conta em planos para eventos importantes.
Durante seus anos de decadência, essa celebridade árabe era uma mulher recatada e modesta. Ao contrário de muitos artistas árabes de nosso tempo, ela tinha orgulho de sua descendência árabe-islâmica. Em sua vida cotidiana ela seguia as tradições árabes e agia como uma pessoa comum. Isso a tornou querida pelo povo. Eles a idolatravam e pensavam nela como uma deles, se referindo a ela como al-Sitt. Uma humanista dedicada, ela distribuiu grande parte do dinheiro que recebeu para os pobres. Diz-se que durante sua vida ela sustentou pelo menos 200 famílias camponesas.
Om Kalsum morreu em fevereiro de 1975. O funeral foi guiado pela corte presidencial e seguido por uma procissão de alguns quilômetros de adoradores. Estrelas de cinema, poetas, empresários, embaixadores e ministros caminhavam junto a milhares de fãs comuns, formando uma legião de chorosos. Da primeira fila da multidão até a última, o refrão 'Adeus! Adeus, nossa amada dama da música!' ecoava entre os soluços. A despedida massiva de pessoas chorando perdeu apenas para a de Nasser - o maior funeral da história do Egito.
Por estranho que pareça, a morte não acabou com seu poder sobre as multidões no mundo árabe. Sua voz fenomenalmente poderosa e cativante ainda mexe com o coração de milhões. Mais de 20 anos depois de sua morte, a lenda Om Kalsum está viva entre os povos do norte da África e Oriente Médio. Mais de 300.000 fitas suas ainda são vendidas anualmente só no Egito. Parece que a magia da voz que fez sua audiência eufórica, pedindo que ela repetisse as mesmas palavras várias vezes, não diminuirá com o passar dos anos. O ditado no Egito que duas coisas não mudam 'as Pirâmides e a voz de Om Kalsum' é talvez mais verdadeiro hoje do que quando esse rouxinol árabe andava sobre a terra.

Fonte de pesquisa: Claraazevedo - Multiply.




A Importância da Leitura Musical.


É fundamental trabalharmos os ouvidos para compreendermos melhor a leitura musical. Estudando não só a música oriental, mas também as ocidentais, nas quais os nossos ouvidos já estão inclinados a estes ritmos. No meu ponto de vista, até mesmo para simplificar o aprendizado da aluna, ensino que uma música para dança do ventre basicamente é composta por: instrumentos musicais, ritmos, frases, tempos e estrofes.

Exemplos:
“Quais os instrumentos que compõe aquela música?”
Acordeom, Derbak, Cítara, Duff, entre outros.
“Quais os ritmos que compõe aquela música?”
Said, Malfuf, Samai, Baladi, entre outros.
“Quantas frases e de quanto tempo?”
Seis frases de três tempo.

E assim por diante.
Todos estes aspectos irão definir qual tipo de seguimento que se dará na música e consequentemente também na dança: tradicional, clássica, moderna e folclórica.
Aqui vai para vocês o que encontrei de mais próximo para melhor interpretar os seguimentos da Dança do Ventre:

Dança do ventre Tradicional: Pela lógica a dança tradicional é aquela que é dançada no país que consideramos de origem, por exemplo, o Samba é uma dança tradicional do Brasil. Dança do ventre tradicional é a dança do ventre executada na sua forma mais original, ou seja, é a dança do ventre “pura”, se é que podemos chamar uma dança milenar de pura. Trata-se de uma dança mais descontraída e popular.  A música geralmente é mais homogênea, não contendo tantas variações na contagem de tempo. O traje é o tradicional de duas peças.

Dança do ventre Clássica: Como já sugere o nome possui bases e influencias de movimentos do Ballet clássico como, movimentos de giros, pés em meia-ponta, postura elegante de bailarina, além de braços clássicos bem definidos. Tudo isso associado aos movimentos da dança do ventre é claro! É dançada na música clássica feita por uma orquestra é lógico! Mas não uma música clássica comum, mas sim a música clássica Árabe e oriental. São músicas lindíssimas que possuem muitas variações de ritmos, são bem longas podendo variar de 6 minutos até 13 minutos, possuem introduções instrumentais longas em torno de 1 minuto. A bailarina pode usar o traje de 2 peças ou um vestido se estiverem bem caracterizados para a música. Na maioria das músicas clássicas fica maravilhoso se a bailarina fizer uma entrada com véu.

Dança do ventre moderna: Muitas das músicas de Oum Koulsoum foram regravadas com uma interpretação mais  moderna, além do surgimento de  novos cantores trazendo para a música uma nova roupagem com influências mais populares e ocidentais mas mantendo seus ritmos característicos. Para poder acompanhar a modernidade da música, ao dançar a bailarina deve estar de preferência usando um traje mais moderno assim como a sua interpretação coreográfica.

Folclore Árabe: As danças folclóricas de origem árabe e oriental são muitas, cada uma com sua história, localização, roupas e artefatos característicos, música e a população que a dançava. Podemos dançá-las de maneira mais fiel possível com todas as características da dança, também podemos dançar traços suaves delas quando aparecem levemente representadas em músicas clássicas e também podemos dar uma interpretação moderna a esses folclores. Esses são alguns exemplos dessas danças: Said (Dança do bastão ou bengala), Baladi, Gawasi, Khaleege, Dabke, Meleah laf, Dança do jarro, Dança das flores, Karcilama, Dança Núbia, Fallahi, Haggala, Tribal.



Fonte de pesquisa: Blog Alessandra Machado -

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Meran - zaar - en Colette - Conheça o ritmo Zaar.

Ritmo Zaar.


O Zaar, mais do que um estilo, é uma expressão religiosa, um ritual. O ritmo - Ayoub - usado para promover o transe desta dança, também pode ser conferido em rituais afro religiosos, como o candomblé e serve para afastar maus espíritos.
O ritual Zaar é feito exclusivamente por mulheres, os homens - músicos ou ajudantes nos sacrifícios - participam para entoar o ritmo Ayoub, enquanto elas movimentam a cabeça, jogando os cabelos, até entrar em transe e cair no chão, e assim se libertar dos espíritos ruins. Por rechaçar tais espíritos causadores de males, o Zaar é considerado uma dança de cura através da conciliação dos espíritos em seu corpo. Logo, o Zaar não é um exorcismo, pois os espíritos não deixam as mulheres que dançam, apenas se "acomodam".
Existe todo um aparato para a realização deste ritual, como a roupa branca e o perfume da mulher que entrará em transe (o perfume como oferenda), e até sacrifício de animais (desde galinhas até camelos, se a mulher for rica) para ser consumido pelos participantes. Dessa forma, o Zaar, como ritual, é algo bem diferente daquele praticado para a dança do ventre, pois carrega uma simbologia e uma religiosidade fortíssima, que não deve ser menosprezada. Por causa dessa forte ligação com a magia, o ritual Zaar é proibido nos países islâmicos, o que não impede a sua realização em meios privados, uma vez que é uma tradição familiar (passada de mãe para filha), e que muitos acreditam ser necessária para a cura de enfermidades.
Na dança do ventre, o estilo Zaar aparece na utilização dos passos usados para as mulheres entrarem em transe. Neste caso não há teor religioso, apenas se marca o ritmo Ayoub com o estilo Zaar, sem a intenção ritualística: a dançarina joga a cabeça pros lados e a gira, podendo também usar movimentos pélvicos e de braços.

Fonte de pesquisa: Dança do Ventre Brasil.


Dançando Músicas Clássicas!!


Dançando Músicas Clássicas 
Texto de Jalilah - do blog Amor à bellydance!

Hoje gostaria de compartilhar com vocês, uma das formas de interpretar tecnicamente uma música clássica sem cometer erros, lembrando que todas as regras aqui ditadas são válidas para apresentações em Casas de Chá, não em palcos ou competições, onde regras como as que vou citar são simplesmente desconsideradas, não representando erros.
 Há muito tempo, tenho observado que nas apresentações de bailarinas em músicas clássicas na dança oriental árabe, existem certas regras que sempre são obedecidas para que haja certa "harmonia e equilíbrio" em cena. Aqui não trato da expressão da bailarina, que nesse momento, já deve ter sido estudada e construída na dança, muito menos de sua técnica e construção de passos e movimentos característicos de nossa arte, não... Nesse momento da dança, todos esses pontos já necessitam possuir plena harmonia: a expressão, os movimentos (técnica), a leitura musical... tudo isso, nesse momento já deve estar estruturado para passarmos ao passo de que estou falando, e os itens acima são assunto para outros posts... vamos devagar... Estou falando do comportamento da bailarina em cena, e do contexto de sua apresentação... de seu início, meio e gran finale... enfim, das "regras", (é difícil falar disso sem utilizar a palavra REGRA, por mais que eu não queira impor isso como tal, e nem deva... afinal... Quem sou eu pra isso???... mas é uma palavra que explica bem o que eu gostaria de dizer). Tudo começa com a música clássica... e sua introdução... Na música clássica, a introdução da música é o momento importante... O público aguarda, e comumente a música começa... e se passam alguns longos segundos (longos para quem espera, nunca para a bailarina, que sente o friozinho na barriga, e as pernas quererem parar por alí mesmo...) e em instantes, a música se apresenta, e se apresentam os músicos, (quando há música ao vivo), e você como bailarina, já sabe qual é o "drama" que vai encarar... se conhece a música, ok, maravilha, caso o contrário, irá confiar na sua experiência, em sua leitura musical, em sua qualidade técnica e em seu conhecimento adquirido durante os anos em que dançou...

A Introdução da Música - O Momento de Espera: Normalmente, em uma Casa de Chá, a bailarina não dança a introdução, o público aguarda sua entrada nesse momento. Assim, a regra se repete em shows que assisto por aí, inclusive com bailarinas de "clãs diferentes", escolas diferentes... exceto em alguns concursos, onde normalmente a introdução precisa ser "cortada", retirada da música por conta da contagem de minutos, normalmente restrita em palco.

 A Introdução da Bailarina - O Momento mais próximo da entrada em Cena e da Melodia: A introdução da música a apresenta, pode ser super grande, ou bem pequena, mas você identifica que ela acaba apenas quando inicia-se a Introdução da Bailarina, normalmente (e isso não é regra), a música muda de humor e dá início a toques de derback ou de instrumentos percussivos que parecem conversar com você... e te avisar: "Prepara que vai começar"... isso pode durar apenas alguns segundos e pode ser mesmo bem rápido... mas depois que você identificar esse toque na primeira música, você o identificará sempre...

Momento da Entrada - Na Melodia, a Bailarina se apresenta: Após a Introdução da Bailarina, temos a melodia, ela começa e a bailarina precisa ter começado com ela, como se a bailarina anunciasse a todos, com sua presença, que a música que realmente começa, que realmente inicia agências viagens sua evolução... e nesse momento, o da entrada, é importante a comunicação com o público, a saudação, é o "ganhar o público", cativar a platéia... e como sempre é hiper necessário todos os tipos de deslocamentos possíveis, imagináveis, para encher a sala de "vida"... Chegou a tão esperada... Identificar a Melodia é fácil depois de um tempo, é como minha amiga Monah disse uma vez pra mim, antes de uma prova: _ A música vai pedir pra que você entre, nesse momento, ela exige o seu movimento, mova-se, desloque, use e abuse dos arabesques... Pra ajudar quem está iniciando e pra facilitar a compreensão já que estou explicando à distância, pense que ela vem sempre na entrada, depois da "Introdução da Bailarina", que está presente na música inteira, mesmo que tocada de formas diferentes, ou em velocidades diferentes, como um dos nossos refrões de música ocidental.

Momento Técnico - A Bailarina Mostra sua Técnica: Esse momento virá em várias partes da música, e será também seguido de outros momentos de melodia, sempre... São os momentos em que a bailarina para para mostrar sua evolução, movimentos e técnica, onde mostra sua destreza com a dança... e quando a melodia vem, voltamos ao passo acima, para nossos deslocamentos, sempre lembrando de mudar, e se preocupando para não nos tornarmos repetitivas... finalizando sempre os movimentos que começa, para manter limpa sua dança... e mais uma vez a leitura musical mostra sua importância...

Momento Mudança de Humor - A Bailarina Mostra Diferentes Faces de Sua Dança: Toda música clássica, carrega consigo normalmente uma rica bagagem de ritmos e sons diferentes, e normalmente fica fácil identificar, conhecendo previamente os ritmos árabes que em todas elas há uma mudança de humor, drástica em algumas músicas e super discreta em outras... Algumas músicas trazem consigo um Khaleege, um Saidi ou até um Zaar pra quebrar a rotina... Sim, poderíamos chamar de quebra de rotina na música, ou até mesmo de mudança de humor... Então, concluímos que a bailarina precisa mudar de humor juntamente com a música... o que em concursos e pré-seleções por aí, pode demonstrar conhecimento apurado ou não da dança do ventre... e pode, muitas vezes desclassificar uma bailarina em um concurso, quando passa despercebida. Esse momento também vai ser intercalado com momentos de melodia, e momentos técnicos, que vão se repetir algumas vezes para "ligar" a música, pedacinho a pedacinho, frase a frase. Podendo chegar a momentos de derbacks longos fazendo a ligação com flautas calmíssimas... Assim, essa rotina se repete até que haja o Momento Caos.

O Momento Caos - Marca o declínio da música para sua finalização e depois de muito "suar a camisa" e dançar muito, a melodia ganha velocidade (às vezes, em algumas músicas, assustadora), e isso exigirá preparo da bailarina pra que a acompanhe, é o momento inverso ao da entrada, o momento de saudar novamente seu público, restabelecer contato, com a finalidade inversa: Ao invés de se apresentar, a bailarina toma o "ar da despedida"... É hora de ver todos novamente, de forma mais tenaz, mais rápida, mas demonstrando a serenidade de quem está cumprindo seu dever, e hora da bailarina guardar na memória um momento da música, que possivelmente será especial e eterno... normalmente, é dessa hora que ficam as boas recordações de uma dança... Você fez 80% do trabalho, curta um pouco com todos, é assim que EU encaro o momento... momento de registrar na cabeça tudo o que se passa... sem claro, esquecer da técnica...

Introdução Para a Finalização - Temos então, a Introdução para a Finalização, onde a música dá os primeiros sinais para paralisar, o humor muda outra vez, como um... "Pediu pra parar... parou! - que os brasileiros conhecem muito bem"... Nele, a bailarina já possui novamente o centro do palco... e vai utilizar de todos os artifícios possíveis, giros rápidos e etc, para criar a sensação no público de que algo maior precisa vir pra completar o processo... é o Gran Finale chegando.

Gran Finale - Guarde suas armas mais poderosas, e pelo Amor do Cristo, não termine fora da música, estraga tudo, traz uma sensação de frustração... (já passei por isso). E termine, termine feliz e maravilhada e linda e maravilhosa tudo o que começou, triunfante, mesmo que a introdução, e melodia e mudança de humor e outras coisas mais não tenham saído exatamente como o planejado...